Ameaça de Trump ao Irã e o Estreito de Ormuz
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, estabeleceu um prazo de 48 horas para que o Irã abra completamente o Estreito de Ormuz, sob pena de ataque às usinas elétricas do país. A declaração, feita através de suas redes sociais, intensifica a tensão entre Washington e Teerã, que já vinha escalando após os ataques de 28 de fevereiro, realizados em conjunto com Israel.
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Trump enfatizou que, caso o Irã não abra o estreito sem ameaças dentro do prazo, os Estados Unidos iniciarão um ataque que visa destruir as principais usinas elétricas do país. A declaração, carregada de tom ameaçador, surge em um momento crítico de tensões geopolíticas no Oriente Médio, com implicações para o comércio global e a segurança marítima.
A situação se agrava com a referência à “varrer o Irã do mapa”, expressando uma postura agressiva e a desvalorização da liderança iraniana. Trump parece sugerir que o país não possui capacidade de defesa e que busca um acordo, o que, na prática, parece ser uma exigência de concessões por parte dos EUA.
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Enquanto isso, um grupo de 22 países, majoritariamente europeus, incluindo Emirados Árabes Unidos e Bahrein, manifestou sua condenação aos recentes ataques do Irã contra navios mercantes e infraestruturas civis no Golfo Pérsico. O grupo também criticou o fechamento, na prática, do Estreito de Ormuz, ressaltando a importância de garantir a segurança da navegação nessa passagem estratégica.
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