Trump Ignora Disputa Warner Bros. Discovery: Decisão Surpreende Mercado!

Trump muda de ideia e não interfere em disputa pela Warner Bros. Discovery! O ex-presidente Donald Trump anunciou que não se envolverá na batalha pela aquisição da Warner Bros. Discovery pela Netflix e Paramount Skydance. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

Disputa pela Warner Bros. Discovery: Trump Declara Não Interferência

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), surpreendeu ao anunciar na quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026, que não pretende se envolver na disputa pela aquisição da Warner Bros. Discovery pela Netflix e Paramount Skydance.

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Essa mudança de postura ocorre após declarações anteriores em dezembro de 2025, quando o então presidente manifestava preocupação e questionava a aprovação do acordo.

Em declarações, Trump afirmou: “Não tenho me envolvido. Devo dizer, acho que sou considerado um presidente muito forte. Fui procurado pelos dois lados, mas decidi que não deveria me envolver. O Departamento de Justiça cuidará disso.” A decisão representa um afastamento da postura mais ativa que ele havia demonstrado no início da disputa.

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A batalha corporativa começou em dezembro de 2025, quando a Netflix anunciou uma proposta de aquisição de US$ 72 bilhões para adquirir o estúdio de cinema da Warner Bros. Discovery, juntamente com a HBO e o serviço de streaming HBO Max. Em resposta, a Paramount Skydance apresentou uma oferta concorrente, que incluía canais a cabo.

Trump havia expressado publicamente suas dúvidas sobre a aprovação do acordo em dezembro de 2025, levantando preocupações sobre a concentração de mercado. Ele destacou a grande participação de mercado da Warner Bros. Discovery e a potencial ampliação dessa participação após a aquisição.

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A Paramount Skydance é liderada por David Ellison, filho de Larry Ellison, um bilionário cofundador da Oracle e um importante apoiador de Donald Trump, com quem mantém relações pessoais. O futuro do acordo ainda depende da aprovação do Departamento de Justiça dos Estados Unidos e de reguladores internacionais, como a Comissão Europeia.

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