Ouro despenca com Trump e Fed! Tensão global e fala de Trump sobre Irã pressionam o mercado de ouro. Saiba mais!
O ouro registrou uma leve queda nesta quinta-feira (19), influenciado por declarações do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre possíveis ações contra o Irã, e pela postura mais firme do Federal Reserve (Fed), o banco central americano. A Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), fechou o ouro para abril com uma redução de 0,24%, atingindo os US$ 4.997,40 por onça-troy.
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A prata para março também apresentou um desempenho positivo, com um aumento marginal de 0,05%, encerrando a sessão a US$ 77,63 por onça-troy. A volatilidade nos preços dos metais preciosos refletiu as crescentes tensões geopolíticas e a incerteza em relação à economia global, especialmente com a proximidade da divulgação de dados importantes sobre o Produto Interno Bruto (PIB) e o índice de Preços de Consumo (IPC) dos Estados Unidos.
A postura do Fed, expressa em uma ata considerada “hawkish” na quarta-feira (18), gerou preocupações sobre a possibilidade de cortes nas taxas de juros nos EUA. A expectativa de uma redução nas taxas de juros pode impactar o mercado de ouro, que tende a se valorizar em um cenário de baixas taxas de juros.
Donald Trump, durante a primeira reunião do Conselho de Paz, mencionou “boas conversas” com o Irã, mas alertou para a necessidade de um “acordo significativo”, sob pena de “coisas ruins acontecerem”. A administração americana planeja manter forças americanas em posição de alerta na região até meados de março, conforme informado pela Reuters.
Analistas da ANZ Research observaram que os compradores aproveitaram a queda nos preços antes da divulgação das atas da reunião do Fed. A especulação no mercado de metais está relativamente baixa, e novos investimentos podem surgir com o retorno dos fatores estruturais que influenciam o mercado.
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Neel Kashkari, presidente do Fed de Minneapolis, afirmou que a inflação está em declínio e que as pressões sobre os preços devem diminuir. Ele também destacou a resiliência do mercado de trabalho, descrevendo-o como “razoavelmente bom a muito bom”.
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