Governo Trump encerra 1º ano com agenda controversa: imigração, tensões e intervenções. Imigração mobilizou 20 mil agentes e 605 mil deportações
Na terça-feira, 20 de dezembro, marcou o encerramento do primeiro ano de atuação do governo em seu segundo mandato. O período foi notável por uma abordagem imprevisível no cenário internacional e por medidas de política interna consideradas drásticas, que impactaram áreas como o sistema judiciário e o comércio global.
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Durante os 12 meses, o partido republicano consolidou uma agenda que alterou alianças históricas, gerando tensões diplomáticas e econômicas.
A imigração foi um foco central da gestão. Embora a promessa de expulsão total de imigrantes não tenha sido totalmente implementada, o governo mobilizou mais de 20 mil agentes para atuar nas fronteiras. Essa ação resultou na deportação de aproximadamente 605 mil indivíduos e em quase 2 milhões de saídas voluntárias até o final do ano.
A administração enfrentou episódios de violência, como a morte de uma cidadã americana em Minnesota, o que provocou protestos. A relação com instituições democráticas também foi afetada, com ações como a concessão de perdão presidencial a indivíduos envolvidos na invasão ao Capitólio em 2021.
A política econômica do governo incluiu medidas protecionistas, como o aumento repentino de tarifas para diversos países. A taxa imposta inicialmente em 10% subiu para 50%, gerando divergências políticas envolvendo o ex-presidente. A situação só foi normalizada após uma reunião bilateral entre Trump e outro líder em outubro, resultando na redução gradual das tarifas.
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No cenário internacional, os Estados Unidos oscilaram entre ações intervencionistas e um período de isolamento. A agência de ajuda humanitária, USAID, foi fechada, e os EUA se retiraram de certos protocolos de saúde. Ao mesmo tempo, houve um aumento da presença militar no Oriente Médio, com operações contra o tráfico que resultaram em mais de 100 mortes e críticas internacionais.
Uma operação na região culminou na captura de um indivíduo.
As alianças tradicionais foram testadas. A parceria com um país se fortaleceu, levando a ataques a instalações nucleares iranianas, enquanto a relação com outro país se deteriorou, com críticas públicas. O governo também manteve uma diplomacia ambígua com a Dinamarca, pressionando pela venda de um ativo sob ameaça de sanções comerciais.
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