Trump Elogia ONU, Anuncia Conselho da Paz como Alternativa
O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, surpreendeu ao expressar admiração pela Organização das Nações Unidas (ONU), descrevendo-a como possuindo um “tremendo potencial” para solucionar conflitos. Essa mudança de tom ocorre após anos de críticas contundentes à instituição.
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Em uma breve entrevista ao jornal Politico, Trump afirmou: “Quando eu não estiver mais aqui para resolver guerras, a poderá fazê-lo. Ela tem um potencial enorme. Enorme.”
O líder republicano também sugeriu que a ONU poderia lidar com os problemas internos da organização “muito facilmente”, incentivando os países a cumprir com suas contribuições financeiras caso a ONU solicitasse. Trump mencionou a necessidade de os países pagarem suas quotas, citando a regra orçamentária que exige a devolução de fundos não utilizados.
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Esses comentários surgem em um momento crucial, com a criação do “Conselho da Paz”, que Trump propõe como uma alternativa à ONU. Inicialmente focado na supervisão da reconstrução de Gaza, o líder republicano expandiu a visão do conselho, visando também a resolução de disputas internacionais em escala global.
A carta constitutiva do conselho, que não menciona explicitamente Gaza, define a organização como “uma organização internacional que busca promover a estabilidade, restaurar a governança confiável e legal e garantir uma paz duradoura em áreas afetadas ou ameaçadas por conflitos”.
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Trump planeja liderar o conselho indefinidamente, o que gerou preocupação entre diplomatas e autoridades mundiais.
Preocupações Globais com a Nova Estrutura
A iniciativa de Trump levanta questões sobre o futuro da ONU e a estabilidade da governança global. A perspectiva de Trump liderando o conselho por tempo indeterminado, juntamente com o escopo ampliado da organização, tem gerado debates acalorados na comunidade internacional.
Apesar do elogio de Trump à ONU, a preocupação persiste com o potencial impacto da nova estrutura na capacidade da ONU de atuar como mediadora e solucionadora de conflitos. A incerteza em relação ao financiamento e à governança da organização continua sendo um fator crítico.
