Dados surpreendentes sobre empregos nos EUA chocam Wall Street! 🚀 Analistas e investidores reagem com cautela após números de emprego dispararem. Saiba mais!
Os principais índices da bolsa de Wall Street operaram com movimentos distintos nesta quinta-feira (12), um dia após a divulgação do relatório de empregos nos Estados Unidos em janeiro. O Departamento de Estatísticas do Trabalho norte-americano confirmou que a economia americana adicionou 130 mil postos de trabalho fora do setor agrícola no mês passado, um número quase o dobro do que os analistas esperavam.
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A taxa de desemprego também apresentou uma surpresa positiva, caindo para 4,3%, em comparação com a expectativa de 4,4% em dezembro.
O relatório, que veio acima das previsões, gerou uma reação inicial de otimismo, mas também levou os investidores a reduzir suas apostas em cortes futuros nas taxas de juros pelo Federal Reserve. A expectativa de um corte em junho diminuiu para quase 40%, de um patamar anterior de 24,8%, conforme dados da ferramenta FedWatch do CME Group.
Além dos dados de empregos, o Departamento do Trabalho dos Estados Unidos divulgou informações sobre pedidos iniciais de auxílio-desemprego, que registraram uma queda de 5.000, para 227.000 na semana encerrada em 7 de fevereiro. Essa queda também estava acima das expectativas, com 222.000 pedidos previstos.
O mercado aguarda agora o Índice de Preços ao Consumidor, com data prevista para esta sexta-feira (13), para avaliar a trajetória das taxas de juros. Até o momento, por volta das 12h50 (horário de Brasília), o Dow Jones avançava 0,14%, atingindo 50.190 pontos.
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O S&P 500 recuava 0,28%, situando-se em 6.921 pontos, enquanto o Nasdaq descia 0,73%, para 22.898 pontos.
O setor de inteligência artificial também foi destaque, com ações de fabricantes de computadores pessoais apresentando quedas, impulsionadas por um alerta da Lenovo (China) sobre a pressão causada pela escassez de chips de memória. As ações da HP e Dell Technologies também registravam perdas significativas.
No cenário geopolítico, há indicações de uma possível extensão da trégua comercial entre os Estados Unidos e a China, com os presidentes Donald Trump e Xi Jinping previstos para se encontrarem em Pequim no início de abril. Adicionalmente, a Câmara dos Representantes dos EUA aprovou uma medida que desaprova as tarifas sobre o Canadá.
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