Grupo Palestino rejeita plano de paz de Trump na ONU. Resolução sobre Gaza causa descontentamento e é vista como imposição de condições
O grupo palestino manifestou forte descontentamento com a aprovação do Conselho de Segurança da ONU ao plano de paz proposto pelo presidente Donald Trump. A resolução, segundo o comunicado do grupo, não atende às demandas e aos direitos da população palestina.
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A principal objeção reside na inclusão de um mecanismo de supervisão internacional na Faixa de Gaza. O grupo afirma que essa medida é rejeitada por seu povo, suas forças e seus diversos componentes. Além disso, a resolução é vista como um instrumento para alcançar os objetivos estabelecidos por Israel.
A resolução do Conselho de Segurança da ONU, votada com 13 votos a favor, contemplava um plano de paz para Gaza. O plano incluía o envio de uma força internacional e um caminho para a criação de um futuro Estado palestino. A proposta também previa a formação de uma Força Internacional de Estabilização (ISF), que atuaria em colaboração com Israel e Egito.
Outro elemento da resolução era a implementação de policiais palestinos recém-treinados, com o objetivo de auxiliar na segurança das áreas fronteiriças e na desmilitarização da Faixa de Gaza. A resolução também estabelecia a criação de uma “Junta de Paz”, um órgão de governo transitório para Gaza, com um mandato até o fim de 2027 e presidido, em teoria, pelo presidente Donald Trump.
O grupo palestino considera a resolução uma imposição de condições e uma violação de sua soberania. A criação da Junta de Paz e a presença da força internacional são vistas como obstáculos ao estabelecimento de um Estado palestino independente e à resolução do conflito.
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