Trump e tarifas sobre produtos brasileiros impulsionam economia e setor da construção

Donald Trump e tarifas sobre produtos brasileiros podem impulsionar economia nacional e setor da construção, avalia CBIC. Medida reduz impostos nas exportações, fortalecendo o PIB e consumo interno

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(Imagem de reprodução da internet).

Impacto do Desdoto de Trump na Economia Brasileira e no Setor da Construção

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) avalia que a decisão do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de implementar tarifas sobre produtos brasileiros, pode gerar efeitos positivos para a economia nacional como um todo. Essa medida, que impactou produtos como café, carne bovina, petróleo, frutas e peças de aeronaves, contribui para a redução de impostos nas exportações, o que, por sua vez, impulsiona o Produto Interno Bruto (PIB) e fortalece o poder de compra dos consumidores internos.

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Segundo Renato Correia, presidente da CBIC, “Menos tributos na exportação de commodities e de outros produtos para os Estados Unidos é sempre muito bom. Isso fortalece a nossa economia e aumenta o PIB, e a construção reage devido ao melhor poder de compra internamente”.

A entidade acredita que a diminuição das tarifas pode abrir espaço para o fortalecimento da economia brasileira e ampliar a capacidade de consumo, o que, consequentemente, impacta diretamente o setor da construção.

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Apesar do cenário geral ser positivo, nem todos os produtos brasileiros se beneficiaram da decisão de Trump. Produtores de calçados e brinquedos, por exemplo, ainda enfrentam tarifas elevadas. Correia ressaltou que a CBIC espera que essa situação seja revisada, mas reconhece que o cenário atual já representa uma melhoria em relação ao período anterior.

A entidade enfatiza que, mesmo com as particularidades do mercado, a medida representa um avanço para o setor.

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A CBIC observa que a redução das tarifas de exportação pode ter um efeito cascata na economia brasileira, impulsionando o consumo e, por extensão, o setor da construção civil. A entidade espera que o governo continue a monitorar a situação e buscar soluções para os desafios enfrentados por diversos setores da indústria nacional.

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