Presidente Trump anuncia visita de Gustavo Petro à Casa Branca. Trump e Gustavo Petro buscam soluções conjuntas para combater o narcotráfico na região.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta sexta-feira (9) que seu homólogo colombiano, Gustavo Petro, realizará uma visita à Casa Branca durante a primeira semana de fevereiro. Em sua plataforma Truth Social, Trump expressou otimismo em relação aos benefícios da visita tanto para a Colômbia quanto para os Estados Unidos, ressaltando a necessidade de “impedir que cocaína e outras drogas entrem nos Estados Unidos”.
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A declaração ocorreu em um momento de crescente tensão diplomática entre os dois países.
A visita de Petro ocorre após a retirada do visto do presidente colombiano em setembro, motivada por uma intervenção pública de Petro durante a Assembleia Geral da ONU em Nova York. Adicionalmente, Washington revogou a certificação da Colômbia em relação às suas ações de combate ao narcotráfico, um elemento crucial para a colaboração militar bilateral, que se estendia por décadas.
Desde o início do segundo mandato de Trump, em janeiro de 2025, Petro adotou uma postura crítica em relação à política externa americana em relação à América Latina. Trump, por sua vez, recorreu a expressões como “o quintal dos EUA” para descrever a região, e intensificou o deslocamento naval no Caribe e os ataques a lanchas suspeitas de envolvimento com o narcotráfico, elevando a tensão entre os países.
Em um rápido desenvolvimento, em 48 horas, Petro passou a propor medidas militares conjuntas e a mediar com a Venezuela para reduzir a tensão. O ministro do Interior, Armando Benedetti, revelou que Washington e Bogotá estariam estudando “ações conjuntas” para combater a guerrilha do Exército de Libertação Nacional (ELN).
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A captura do ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro também gerou preocupação em Bogotá.
O presidente colombiano, Gustavo Petro, solicitou à presidente interina venezuelana, Delcy Rodríguez, que combatam o narcotráfico “juntos”. A situação demonstra a complexidade das relações bilaterais e a busca por soluções conjuntas para o problema do tráfico de drogas na região.
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