Trump aborda Venezuela: vídeo de Maduro com agasalho da Origin viraliza. Presidente usa vídeo para anunciar operação militar com 150 caças.
O fundador da Origin, Pete Roberts, compartilhou um vídeo no Instagram em que aborda um evento recente. O vídeo mostra um venezuelano, utilizando um agasalho da empresa, após ser visto no governo do presidente do Partido Republicano, no sábado (3.jan.2026). Segundo Roberts, a rápida disseminação das imagens causou surpresa, inclusive dentro da própria empresa.
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Roberts relatou que o celular dele esteve constantemente ocupado com mensagens e compartilhamentos das fotos e vídeos de Maduro usando a peça. Inicialmente, ele se preocupou com a possibilidade de manipulação da imagem por inteligência artificial, mas rapidamente confirmou que não se tratava de uma criação artificial.
Roberts tentou entender o motivo pelo qual o venezuelano vestia o moletom da Origin. Ele especulou que o indivíduo, estando em Nova York e sentindo frio, recebeu o casaco com capuz, que possuía um material para aquecimento. Ele mencionou a ironia do momento, considerando que a peça continha uma onda, símbolo da “onda da liberdade” que surgiu em 2012, quando a empresa foi fundada.
Roberts explicou que a Origin surgiu a partir da criação de uma pequena fábrica artesanal no Estado do Maine, utilizando equipamentos reaproveitados, incluindo máquinas de costura da Segunda Guerra Mundial. A iniciativa visava reagir ao esvaziamento da indústria local, que havia causado desemprego, alcoolismo e uso de drogas em diversas regiões.
A empresa sempre buscou “devolver vida ao sonho de fabricar novamente”.
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Roberts declarou que um dos parceiros da marca é o brasileiro André “Dedeco” Almeida, que comanda uma escola de jiu-jitsu em Massachusetts.
Em paralelo, o presidente Trump anunciou uma operação militar contra a Venezuela no sábado (3.jan.2026). A operação resultou na captura de Maduro e sua esposa, e envolveu ataques a quatro alvos no país com 150 caças e bombardeiros.
A operação gerou questionamentos sobre a falta de aprovação do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas. Trump argumentou que a aprovação não era necessária. No entanto, surgiram dúvidas sobre o descumprimento de leis dos EUA, que exigem a aprovação do Congresso norte-americano.
O secretário de Estado, , declarou que não foi possível comunicar os congressistas com antecedência. Há incertezas sobre o número de mortos e feridos na ação. Até a publicação desta reportagem, autoridades venezuelanas não haviam divulgado números, mas afirmaram que civis morreram durante a operação.
Um oficial norte-americano disse que não houve baixas entre militares dos EUA.
No início da tarde de sábado (3.jan.2026), Trump anunciou que os Estados Unidos assumiriam temporariamente a administração do país até que uma transição política fosse definida. Ele se concentrou em declarações sobre a exploração e a venda do petróleo venezuelano.
A vice-presidente, Delcy Rodríguez, conversou com Trump e manifestou disposição para cooperar com ações lideradas pelos EUA. Sobre a líder oposicionista María Corina Machado, vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2025, Trump disse que ela não teria apoio político suficiente para governar a Venezuela.
Em pronunciamento ao vivo no fim da tarde de sábado (3.jan.2026), Rodríguez classificou a ação dos EUA como violação da soberania venezuelana e afirmou que Maduro continua sendo o presidente legítimo do país. A vice também declarou que a Venezuela está aberta a uma relação respeitosa com o governo Trump, desde que baseada no direito internacional.
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