Na quinta-feira, o presidente recebeu de forma privada a líder opositora venezuelana, em um esforço para manter um canal de comunicação com a Casa Branca. A chegada da líder opositora ao complexo da Casa Branca ocorreu pouco antes das 12h30 (14h30 de Brasília), após ela descer de um veículo sem fazer declarações públicas.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Ela foi então levada para um almoço privado.
A líder opositora utilizou uma entrada alternativa, evitando a entrada tradicional para dignitários na ala oeste da Casa Branca. A administração Trump adotou uma postura discreta diante da reunião, após declarações anteriores do presidente Trump sobre a “honra” de receber a líder venezuelana e a possibilidade de “compartilhar” o Prêmio Nobel da Paz.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Nobel e Reconhecimento
A líder opositora dedicou o Prêmio Nobel da Paz ao presidente Trump. No entanto, a Academia norueguesa esclareceu que a entrega do prêmio diretamente ao presidente não era viável. A primeira venda de petróleo venezuelano apreendido, avaliada em US$ 500 milhões (R$ 2,7 bilhões), foi confirmada por uma fonte anônima, com o dinheiro destinado a contas controladas pelo Departamento do Tesouro.
Diálogo e Relações Bilaterais
Apesar da designação do regime venezuelano como “narcoterrorista”, os Estados Unidos buscam estabelecer relações bilaterais. O presidente Trump manteve uma conversa telefônica com a líder interina, Rodríguez, abordando temas como petróleo, minerais, comércio e segurança, descrevendo-a como uma líder “formidável”.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
LEIA TAMBÉM!
Perspectivas e Desafios
A líder opositora expressou otimismo sobre a “derrota do mal” na Venezuela. Após a reunião com Trump, ela se reunirá com parlamentares do Senado, buscando apoio para as iniciativas. A situação ainda apresenta desafios, com a necessidade de clareza legal e política para atrair investimentos das multinacionais no setor petrolífero.
Relações EUA-Venezuela: Um Novo Capítulo
A reunião representa um esforço para redefinir as relações entre os Estados Unidos e o governo venezuelano, buscando soluções para questões econômicas e de segurança. A dinâmica atual, marcada por sanções e designações de “narcoterrorista”, demonstra a complexidade do cenário político e econômico da região.
