Trump e EUA Defendem Acordos Comerciais Após Decisão da Suprema Corte!

Washington busca manter acordos comerciais após decisão da Suprema Corte! Jamieson Greer anuncia novas negociações com UE e China. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

Washington Mantém Acordos Comerciais Apesar de Decisão da Suprema Corte

O representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, afirmou neste domingo (22) que a administração americana tem a intenção de preservar seus compromissos comerciais com a União Europeia, China e outros parceiros globais, mesmo após a recente decisão da Suprema Corte sobre as tarifas.

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Em declarações feitas ao programa “Face the Nation”, da CBS, Greer enfatizou o compromisso contínuo com a manutenção desses acordos, destacando seu potencial benefício mútuo.

Greer esclareceu que as negociações com os parceiros comerciais estão em andamento, buscando garantir que eles compreendam o valor desses acordos. Ele expressou a esperança de que os compromissos sejam respeitados por todas as partes envolvidas, buscando um ambiente de colaboração e benefício mútuo.

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A declaração visa tranquilizar os mercados e parceiros comerciais diante da incerteza gerada pela decisão judicial.

Em entrevista à ABC, o representante detalhou os planos para uma reunião agendada para abril entre o presidente Donald Trump e o presidente chinês, Xi Jinping. Greer ressaltou que o objetivo principal da reunião não seria focado em uma “disputa comercial”, mas sim na manutenção da estabilidade e na garantia do cumprimento dos termos acordados.

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Ele enfatizou a importância de que os parceiros comerciais cumpram suas obrigações, incluindo a compra de produtos agrícolas americanos, aeronaves da Boeing e a aquisição de elementos de terras raras.

Greer também indicou que a administração americana está aberta a explorar novas oportunidades de acordos comerciais, caso surjam áreas de convergência. A decisão da Suprema Corte, que revogou a maior parte das tarifas impostas por Trump, gerou uma reação imediata da administração, que anunciou um aumento temporário da tarifa global do país, elevando-a de 10% para 15%, com validade por 150 dias, a partir de 24 de fevereiro.

A medida inclui isenções setoriais, buscando equilibrar os interesses comerciais e a estabilidade do mercado.

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