“The Economist” expõe tensões na aliança transatlântica com postura de Trump na Groenlândia. Revista aponta recuo estratégico e ameaças à Otan
A revista britânica “The Economist” trouxe à tona uma análise sobre a postura do presidente dos Estados Unidos, (Partido Republicano), em relação à Groenlândia, revelando tensões na aliança transatlântica. A publicação destaca a imagem do presidente montado em um urso polar, uma alusão à foto do presidente russo, Vladimir Putin (independente, esquerda), cavalgando sem camisa, e a vontade republicana de controlar a ilha.
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Segundo o semanário, o pano de fundo do desenho é Davos.
A revista aponta que o presidente norte-americano, Trump, demonstrou desprezo pela Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) ao tratar do tema, o que gerou alerta nas capitais europeias. “The Economist” afirma que o recuo pode ser apenas tático, já que Trump cobiça a Groenlândia há anos.
A publicação ressalta que a combinação de ameaças de tarifas, risco de guerra comercial e crise de segurança levaram os mercados, a opinião pública e até o Congresso a reagirem.
De acordo com “The Economist”, o presidente norte-americano tende a ceder sob pressão sem abandonar objetivos de longo prazo, e sua visão estreita e pessimista do mundo corrói a confiança que sustentava as alianças dos EUA. A revista enfatiza que cada confronto tem potencial “existencial”.
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“The Economist” aponta que a Europa teve sorte porque Trump escolheu brigar por um prêmio de “quase nenhum valor estratégico” imediato para os EUA. O próprio presidente, segundo a revista, argumenta que o Ártico ganhará importância com o derretimento do gelo e que a ilha poderia abrigar o futuro sistema de defesa antimísseis “Golden Dome”.
A revista menciona que o território já tem base norte-americana, e tratados permitem aos EUA fazer “quase tudo” ali sem necessidade de soberania formal. O primeiro-ministro da Groenlândia, , declarou em 13 de janeiro que o território autônomo escolheria seguir ligado à Dinamarca, e não aos EUA.
“The Economist” afirma que aliados dos EUA precisam se preparar para um mundo em que Washington age como potência predatória e em que a própria sobrevivência da Otan deixa de ser garantida.
A publicação destaca que a Europa teve sorte porque Trump escolheu brigar por um prêmio de “quase nenhum valor estratégico” imediato para os EUA. O próprio presidente, segundo a revista, argumenta que o Ártico ganhará importância com o derretimento do gelo e que a ilha poderia abrigar o futuro sistema de defesa antimísseis “Golden Dome”.
“The Economist” menciona que a combinação de ameaças de tarifas, risco de guerra comercial e crise de segurança levaram os mercados, a opinião pública e até o Congresso a reagirem.
A revista enfatiza que a Europa teve sorte porque Trump escolheu brigar por um prêmio de “quase nenhum valor estratégico” imediato para os EUA.
A publicação ressalta que a Europa teve sorte porque Trump escolheu brigar por um prêmio de “quase nenhum valor estratégico” imediato para os EUA.
“The Economist” menciona que a combinação de ameaças de tarifas, risco de guerra comercial e crise de segurança levaram os mercados, a opinião pública e até o Congresso a reagirem.
A revista enfatiza que a Europa teve sorte porque Trump escolheu brigar por um prêmio de “quase nenhum valor estratégico” imediato para os EUA.
“The Economist” menciona que a combinação de ameaças de tarifas, risco de guerra comercial e crise de segurança levaram os mercados, a opinião pública e até o Congresso a reagirem.
A revista enfatiza que a Europa teve sorte porque Trump escolheu brigar por um prêmio de “quase nenhum valor estratégico” imediato para os EUA.
“The Economist” menciona que a combinação de ameaças de tarifas, risco de guerra comercial e crise de segurança levaram os mercados, a opinião pública e até o Congresso a reagirem.
A revista enfatiza que a Europa teve sorte porque Trump escolheu brigar por um prêmio de “quase nenhum valor estratégico” imediato para os EUA.
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