Alegações Sobre Jeffrey Epstein e Donald Trump Recendem Reação do Presidente
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, emitiu uma declaração veemente, negando qualquer relação de amizade com Jeffrey Epstein e refutando as acusações que o ligam ao caso. Em uma publicação recente na plataforma Truth Social, Trump acusou Epstein e Michael Wolff de conspirar para prejudicar sua imagem e a presidência.
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Ele enfatizou que nunca esteve na ilha de Epstein, embora tenha afirmado que muitos democratas corruptos e seus doadores a frequentaram.
As declarações do presidente incluem a alegação de que Epstein “trazia as crianças e Trump as leiloava”, descrevendo um cenário que, segundo o documento, envolvia a avaliação física de menores e o pagamento de dinheiro para garantir atos sexuais.
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Trump questiona a credibilidade dos documentos que o mencionam, argumentando que as alegações são “sensacionalistas” e que, se fossem verdadeiras, já teriam sido usadas contra ele.
Apesar de não ter sido formalmente acusado de crimes relacionados a Epstein, Trump reconhece que seu nome apareceu em diversos arquivos do caso. Ele alega que viajou no jato privado do financista em algumas ocasiões, e que, em sua visão, “todo mundo era amigo desse cara”.
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A situação se agrava com a menção a um suposto pagamento para obrigar uma menor a praticar atos sexuais, além de um relato sobre o assassinato de um filho recém-nascido pelo tio da jovem.
As investigações sobre Jeffrey Epstein remontam a 2005, quando a polícia de Palm Beach, na Flórida, iniciou uma investigação após relatos de abuso envolvendo uma menina de 14 anos. O FBI se juntou ao caso, coletando depoimentos de várias adolescentes que alegaram ter sido contratadas para realizar “massagens sexuais”.
Apesar das evidências, Epstein recebeu um acordo que o livrou de um processo federal, declarando-se culpado de acusações estaduais de prostituição envolvendo menor de 18 anos e sendo condenado a 18 meses de prisão.
