Trump discute Groenlândia com Otan e promete Domo de Ouro. Negociações buscam proteger recursos e salvaguardar a Dinamarca.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comentou sobre as negociações com a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) em relação à Groenlândia. As discussões incluem concessões de direitos a Washington e aliados europeus para atividades de mineração, além de colaboração no desenvolvimento do sistema antimíssil Domo de Ouro.
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A Groenlândia, rica em recursos naturais como gás natural, petróleo e minerais, possui restrições à exploração impostas pelas autoridades locais.
Em sua agenda, o presidente norte-americano se reuniu com o secretário-geral da Otan, Mark Rutte. Após o encontro, Trump sinalizou uma postura de proteção a importações originárias da Dinamarca e de outros países, visando salvaguardar a Groenlândia.
Mark Rutte, secretário-geral da Otan, manifestou concordância com a avaliação de Donald Trump sobre a importância da região. Ele enfatizou a necessidade de proteger a Groenlândia da influência de países como Rússia e China, destacando que a decisão foi tomada por embaixadores da Otan em setembro.
Rutte informou que sete dos oito países que compartilham fronteira com o território polar são membros da aliança, sendo a Rússia o único país independente.
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Desde o início de seu mandato, Donald Trump tem defendido a importância da Groenlândia para a segurança nacional dos Estados Unidos. Essa pauta voltou a ser discutida após seu retorno à Casa Branca em janeiro de 2025. Apesar de argumentar que a região é estratégica, especialistas apontam para outros aspectos.
Em entrevista à Fox News, Donald Trump anunciou que os Estados Unidos estão construindo o Domo de Ouro, com uma escala “mil vezes maior” do que o Domo de Ferro, que já existia em Israel. O objetivo é estabelecer parte do mecanismo de defesa no território autônomo.
Trump ressaltou que a ideia foi originalmente proposta por Ronald Reagan, mas a falta de tecnologia adequada na época limitou sua implementação. Ele afirmou que os Estados Unidos “não pagará por nada” para o avanço do plano de defesa na Groenlândia.
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