Trump critica Machado e anuncia operação militar nos EUA-Venezuela

Trump critica sucessão na Venezuela após vitória de Machado; operação militar dos EUA captura Maduro.

05/01/2026 13:47

3 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

O presidente dos Estados Unidos, do Partido Republicano, demonstrou ressentimento em relação à possível sucessão na Venezuela após a premiação de María Corina Machado em outubro de 2025. A informação foi divulgada pelo jornal no domingo, 4 de janeiro de 2026, com base em fontes próximas à Casa Branca.

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O jornal norte-americano relata que Donald Trump interpretou a aceitação do prêmio por parte de Machado, uma figura proeminente na oposição venezuelana contra o governo de Nicolás Maduro (PSUV, esquerda), como uma afronta pessoal.

Reação e Impacto na Relação Bilateral

O presidente norte-americano tem reiteradamente seu desejo de receber o Nobel da Paz. Fontes internas da Casa Branca indicaram que a reação de María Corina Machado ao vencer, segundo eles, deteriorou a relação com Trump, mesmo que a venezuelana tenha recebido o prêmio sem o envolvimento direto de Donald Trump.

Uma fonte confidenciou que, se Machado tivesse recusado o prêmio, ela estaria atualmente no cargo de presidente da Venezuela.

Críticas e Defesa de María Corina Machado

Outro indivíduo classificou a aceitação do prêmio como um “pecado imperdoável”. No sábado, 3 de janeiro, após os EUA capturarem e prenderem o presidente deposto da Venezuela, Nicolás Maduro, Donald Trump comentou sobre a sucessão de poder no país sul-americano. “Ela é uma boa mulher, mas não tem o respeito [para governar o país]”, disse o republicano.

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Posicionamento de María Corina Machado

María Corina Machado defendeu que, após a captura de Maduro, Edmundo González deveria assumir o mandato presidencial por ter sido “escolhido como sucessor”. Ela era a principal adversária política do chavista, que a impediu de disputar a eleição.

Ela foi substituída por González.

Mobilização e Apelo Internacional

María Corina pediu mobilização da população dentro e fora da Venezuela. Ela também solicitou apoio de governos estrangeiros. Ela declarou que a transição do governo deve envolver a sociedade e as instituições. Ela disse que mantém confiança no processo.

Operação Militar e Controvérsias

Donald Trump anunciou no sábado, 3 de janeiro, em seu perfil na rede Truth Social, que os EUA realizaram uma operação militar contra a Venezuela e capturaram o presidente Nicolás Maduro e a primeira-dama. O general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, afirmou que Trump ordenou a captura de Maduro na noite da sexta-feira, 2 de janeiro de 2026.

A operação foi realizada na madrugada de sábado, 3 de janeiro, com ataques a 4 alvos no país com 150 caças e bombardeios, que decolaram de diferentes pontos e neutralizaram sistemas de defesa aérea venezuelanos. Helicópteros militares dos EUA transportaram tropas para Caracas, capital venezuelana para capturar Maduro.

A missão durou cerca de duas horas e 20 minutos.

Questões e Controvérsias Adicionais

Há questionamentos quanto ao fato de os EUA fazerem uma operação militar em outro país sem aprovação do Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas). Trump diz que isso é desnecessário. Mas também há dúvidas sobre o descumprimento de leis dos EUA.

A operação, resultado de meses de tensões entre os 2 países, deveria ter sido previamente aprovada pelo Congresso dos EUA. O secretário de Estado, Marco Rubio, declarou que não foi possível comunicar os congressistas com antecedência.

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