Trump anuncia operação militar na Venezuela e captura Maduro e Cilia Flores. EUA afirmam buscar narcotraficantes e terrorismo.
Em 5 de janeiro de 2026, o então presidente (Partido Republicano) publicou uma imagem em sua conta no X (antigo Twitter), acompanhada da frase “Este é o nosso hemisfério”. A postagem ocorreu após a detenção do presidente Nicolás Maduro (PSUV, esquerda) e de sua esposa, Cilia Flores, no dia 3 de janeiro.
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O governo dos Estados Unidos afirmou que a ação de Trump visa assegurar a segurança do país. O embaixador dos EUA, Dan Caine, declarou que a intervenção não é uma guerra contra a Venezuela ou sua população, mas sim uma resposta direcionada a “fugitivos e narcotraficantes”, referindo-se a Maduro e Cilia Flores.
De acordo com Waltz, a ação dos EUA busca responsabilizar o ex-presidente venezuelano por crimes cometidos contra a população norte-americana ao longo de 15 anos, incluindo terrorismo, assassinatos, extorsões e sequestros. O diplomata também mencionou o envolvimento de Maduro em ataques a cidadãos dos Estados Unidos e em ações que “desestabilizaram o hemisfério ocidental”.
A Casa Branca identificou o Cartel de los Soles como uma organização terrorista, envolvida em “tráfico de armas, narco-terrorismo, tráfico de cocaína e outras drogas” em uma ampla “conspiração internacional”.
Donald Trump anunciou no sábado (3.jan) que os Estados Unidos realizaram uma operação militar contra a Venezuela, capturando Nicolás Maduro e Cilia Flores. O general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, afirmou que Trump ordenou a captura de Maduro na noite da 6ª feira (2.jan).
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A operação foi realizada na madrugada de sábado (3.jan) com ataques a 4 alvos no país com 150 caças e bombardeiros.
No início da tarde de sábado (3.jan), Trump declarou que os Estados Unidos assumiriam temporariamente a administração do país até que uma transição política fosse definida, concentrando-se na exploração e venda do petróleo venezuelano. A vice-presidente Delcy Rodríguez manifestou disposição para cooperar com ações lideradas pelos EUA.
A vice-presidente Delcy Rodríguez classificou a ação dos EUA como violação da soberania venezuelana e afirmou que Maduro continua sendo o presidente legítimo do país. A vice também declarou que a Venezuela está aberta a uma relação respeitosa com o governo Trump, desde que baseada no direito internacional.
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