O ex-presidente Donald Trump entrou com uma ação judicial contra o JPMorgan Chase e seu CEO, Jamie Dimon, buscando US$ 5 bilhões. A acusação central é de que o banco o excluiu de suas contas bancárias devido a motivos políticos. A ação foi movida em um tribunal estadual da Flórida, em Miami, por meio do advogado Alejandro Brito, representando o ex-presidente e suas empresas do setor hoteleiro.
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Código de Conduta do Banco Citado na Ação
A ação judicial destaca o código de conduta do JPMorgan Chase, que afirma o compromisso do banco com “o mais alto nível de integridade e conduta ética”. A ação alega que, apesar dessas declarações, o banco violou seus princípios ao encerrar contas bancárias sem aviso prévio ou compensação.
Resposta do JPMorgan Chase à Ação
Um porta-voz do JPMorgan Chase declarou à Fox News que, embora lamentem a ação judicial do ex-presidente, acreditam que ela não tem fundamento. O banco respeita o direito do ex-presidente de buscar reparação e o direito de se defender em um ambiente judicial.
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Justificativas do Banco para o Encerramento das Contas
O JPMorgan Chase justificou o encerramento das contas alegando que as contas apresentavam riscos legais e regulatórios para a empresa. O banco afirmou que, apesar do pesar, as exigências regulatórias frequentemente levam a essa situação.
Críticas de Jamie Dimon à Proposta de Trump sobre Taxas de Juros
Jamie Dimon, CEO do JPMorgan Chase, criticou a sugestão do ex-presidente Donald Trump de limitar as taxas de juros. Dimon argumentou que essa medida seria um “desastre econômico”, reduzindo drasticamente a oferta de crédito para grande parte da população americana.
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Sugestão de Dimon para Teste da Proposta
Em resposta à proposta de Trump, Jamie Dimon sugeriu testar a ideia apenas nos estados de Vermont e Massachusetts, onde os senadores Bernie Sanders e Elizabeth Warren são figuras proeminentes. Dimon não mencionou os nomes dos parlamentares.
