O presidente dos Estados Unidos, do Partido Republicano, afirmou nesta quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026, que teve “boas conversas com o Irã”, mas ressaltou a necessidade de um acordo entre os dois países. Durante a reunião inaugural, o mandatário indicou que terá uma avaliação em 10 dias para determinar se deve avançar nas negociações ou não.
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A situação é delicada, especialmente considerando as tensões em torno do programa nuclear iraniano.
Posições Firmes
O republicano reforçou a posição dos Estados Unidos de que não tolerará o desenvolvimento de armas nucleares pelo Irã, considerando a região um “ponto crítico”. Ele enfatizou que, sem um acordo significativo, “coisas ruins acontecem”. Trump mencionou a dificuldade histórica de alcançar acordos substanciais com o Irã, citando a necessidade de um acordo que resolva as preocupações de segurança.
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Atuação Militar e Negociações
Em paralelo às negociações, os Estados Unidos intensificaram sua presença militar no Oriente Médio. A informação divulgada pelo Ministério da Defesa da Rússia relata a sincronização de ações entre as marinhas russa e iraniana, visando garantir a segurança da navegação civil.
A ação se dá em um contexto de crescente pressão americana sobre o Irã, buscando avançar nas discussões sobre o programa nuclear.
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Aumento da Força-Tarefa Americana
Representantes norte-americanos e iranianos se reuniram na terça-feira, 17 de fevereiro de 2026, em Genebra, sem alcançar resultados concretos. Washington estabeleceu um prazo de duas semanas para que o Irã apresente uma proposta detalhada sobre seu programa nuclear.
Nos últimos dias, a força militar dos EUA no Oriente Médio aumentou significativamente, com o transporte de sistemas de armas e munições por mais de 150 voos militares de carga. Adicionalmente, 50 caças, incluindo modelos F-35, F-22 e F-16, foram deslocados para bases na região.
Conselho da Paz e Reconstrução de Gaza
O presidente Trump reuniu representantes de mais de 40 países que aderiram ao seu Conselho da Paz. O encontro tem como foco a reconstrução da Faixa de Gaza e o estabelecimento de uma força internacional de estabilização para a região. O presidente da Argentina, Javier Milei, e o premiê húngaro, Viktor Orbán, também participaram da sessão.
A Noruega concordou em sediar um evento do Conselho da Paz.
