Trump busca acordo com governadores após mortes em Minneapolis. Diálogo positivo com Walz e Frey; fim de status de “cidade-santuário” possível.
O presidente dos Estados Unidos, representando o Partido Republicano, expressou sua intenção de evitar mortes durante operações de imigração. No entanto, ele também apontou a falta de cooperação por parte dos governadores e prefeitos democratas.
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Após a ocorrência de mortes de residentes de Minneapolis, causadas por agentes federais de imigração em janeiro de 2026, Trump adotou um tom mais conciliatório.
O presidente norte-americano compartilhou em sua plataforma Truth Social que teve uma conversa positiva com o governador de Minnesota, Tim Walz, após uma ligação na segunda-feira (26 de janeiro de 2026). Ele afirmou que ambos estavam em sintonia. O republicano também mencionou que o governador Walz solicitou colaboração em relação a Minnesota.
Trump também relatou uma conversa produtiva com o prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, do Partido Democrata. Ele informou que Tom Homan, conhecido como “czar” das fronteiras, se reunirá com o prefeito Frey amanhã para continuar a discussão. O presidente expressou que “muito progresso está sendo feito!”.
Segundo informações do site Poder360, o chefe da Patrulha da Fronteira, deve deixar Minnesota nesta terça-feira (27 de janeiro de 2026). Essa decisão indicaria que Trump está aberto a reduzir a intensificação das medidas de imigração em Minneapolis.
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A porta-voz do DHS (Departamento de Segurança Interna), Tricia McLaughlin, assegurou que Bovino “não foi demitido de suas funções”.
A porta-voz da Casa Branca, , detalhou o plano para que os agentes do CBP (Alfândega e Proteção de Fronteiras) deixem Minnesota. As medidas incluem a entrega de custodiados (imigrantes irregulares com antecedentes criminais ou mandados abertos) pelo governo local, um acordo permanente com a polícia local e a assistência operacional dos policiais de Minnesota aos agentes federais nas capturas de “estrangeiros criminosos”.
Se aceitas, as medidas representariam o fim do status de “cidade-santuário” de Minneapolis, onde a prefeitura atualmente proíbe a cooperação com operações de imigração para não minar a confiança da comunidade local.
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