Donald Trump avalia ações contra Irã após ataques. Governo considera ataques cibernéticos e minimização de danos. Alerta de Qalibaf: EUA e Israel serão alvos.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está avaliando diferentes opções de resposta aos recentes acontecimentos no Irã. Segundo relatos de fontes americanas, incluindo informações divulgadas pelo Axios, The New York Times, The Wall Street Journal e The Washington Post, o presidente Trump tem discutido múltiplas ações potenciais contra o país persa.
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Essas discussões incluem a possibilidade de bombardeios, embora nenhuma decisão final tenha sido tomada até o momento.
As opções em análise abrangem uma variedade de ações, com foco em minimizar danos a civis. Fontes indicam que o governo Trump está considerando alternativas que não envolvem o uso direto de força explosiva, buscando maneiras de impactar o governo iraniano sem recorrer a ataques diretos.
Além de opções militares tradicionais, o governo americano está explorando a possibilidade de ataques cibernéticos. O objetivo seria dificultar o acesso dos manifestantes à internet, em resposta à restrição de comunicação que o governo iraniano tem imposto durante os protestos que se intensificaram devido à situação econômica do país.
Em resposta à possível ação americana, o presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Baqer Qalibaf, emitiu um alerta, declarando que, em caso de ataque dos EUA, “tanto os territórios ocupados (Israel) quanto todos os centros militares, bases e navios” dos EUA e de Israel na região “serão alvos legítimos”.
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As discussões atuais sobre possíveis ações contra o Irã se inserem no contexto da “Operação Martelo da Meia-Noite”, que envolveu ataques a instalações nucleares iranianas em junho de 2025. Essa operação foi interpretada como uma resposta a ataques iranianos contra Israel.
A situação está sendo monitorada de perto, com imagens de satélite, como uma divulgada pela Maxar Technologies em 1º de julho de 2025, que mostram o complexo da Usina de Enriquecimento de Combustível de Fordow, localizada a cerca de 30 quilômetros ao norte de Qom, no centro do Irã.
A organização civil Iran Human Rights (IHRNGO), com sede em Oslo (Noruega), estima que, desde o dia 28 de dezembro de 2025, houve confrontos e repressão em relação aos protestos no Irã.
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