Trump autoriza projeto de sanções à Rússia e Brasil no Congresso

Sanções à Rússia: Projeto Bipartidário avança no Congresso! EUA sobem pressão contra Rússia e Brasil. Senador Graham anuncia votação na semana que vem.

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(Imagem de reprodução da internet).

Sanções à Rússia: Projeto Bipartidário Avança no Congresso

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, autorizou o avanço de um projeto de lei de sanções a países que mantêm relações comerciais com a Rússia, incluindo o Brasil, no Congresso, conforme declarado pelo senador republicano Lindsey Graham nesta quarta-feira (7).

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O senador informou que a votação sobre o projeto poderá ocorrer na próxima semana.

De acordo com o comunicado de Graham, Trump deu o “sinal verde” para o projeto após uma reunião entre os dois. O texto, desenvolvido com a colaboração de republicanos e democratas ao longo de meses, visa impor sanções a nações que realizam negócios com a Rússia, abrangendo a compra de petróleo e seus derivados.

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O Brasil é identificado como um dos países potencialmente afetados por essa legislação.

Lindsey Graham, senador pela Carolina do Sul, expressou otimismo em relação a uma “forte votação bipartidária” sobre o projeto, que pode ser submetido a votação na próxima semana. Ele mencionou a China, a Índia e o Brasil como alvos potenciais da legislação, destacando a preocupação com a compra de petróleo russo a preços vantajosos.

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A decisão de Trump de apoiar o projeto de sanções ocorre em um contexto de negociações intensificadas para tentar encerrar o conflito na Europa Oriental. Os Estados Unidos demonstraram apoio a uma coalizão de aliados da Ucrânia, caso a Rússia volte a atacar.

No entanto, o Kremlin ainda não sinalizou abertura, mesmo com a pressão de Kiev por mudanças na proposta inicial dos EUA, que atendia às principais demandas russas.

As negociações para a paz na Europa Oriental estão em curso, mas a falta de sinalização de abertura por parte de Moscou continua sendo um obstáculo. A situação complexa envolve a busca por garantias de segurança para a Ucrânia, com o apoio de aliados internacionais.

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