Trump Ameaça Intervenção Militar na Colômbia e Críticas à América Latina

Trump acusa Colômbia de “produzir cocaína” e ameaça operação militar. Críticas de Trump a Gustavo Petro e Venezuela geram tensão na América Latina.

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(Imagem de reprodução da internet).

Trump Ameaça Operação Militar Contra Colômbia em Críticas à América Latina

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, proferiu declarações controversas no domingo, 4, a bordo do avião presidencial Air Force One, comentando sobre o cenário político na América Latina. Em suas falas, o líder americano sugeriu uma possível operação militar contra a Colômbia, gerando preocupação internacional.

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Captura de Maduro e Críticas a Petro

As declarações de Trump ocorreram após a operação das forças norte-americanas que resultou na captura de Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, em Caracas, na madrugada de sábado, 3. O presidente americano criticou diretamente o governo colombiano e o presidente Gustavo Petro, afirmando que o país está “doente” e que seu líder “gosta de produzir cocaína e vendê-la aos Estados Unidos”.

Reações e Controvérsias

Em resposta, o presidente colombiano Gustavo Petro repudiou as declarações de Trump, classificando-as como uma “ameaça ilegítima”. Petro informou que analisaria a tradução das falas em inglês antes de apresentar uma resposta definitiva. O presidente colombiano também criticou duramente a operação americana na Venezuela, classificando a detenção de Maduro como “sequestro”, sem base legal.

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Críticas a Outros Países da Região

Além da Colômbia e Venezuela, Trump estendeu suas críticas a outros países da região. Sobre o México, o presidente americano declarou que os EUA precisam “fazer alguma coisa” para que o país se organize. Em relação a Cuba, Trump afirmou que uma intervenção militar americana provavelmente não será necessária, devido ao “colapso interno” do país.

Conclusão

A situação gerada pelas declarações de Trump intensifica as tensões na América Latina, com o presidente colombiano se posicionando como um dos principais críticos da política dos Estados Unidos na região, especialmente em relação ao combate ao narcotráfico e à intervenção militar.

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