Em um domingo (1º.mar.2026), o presidente dos Estados Unidos, Donald J. Trump, respondeu a uma declaração da IRGC (Guarda Revolucionária Islâmica) que descrevia uma “ofensiva feroz” contra Israel e instalações militares norte-americanas no Oriente Médio.
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Em uma publicação recente na rede social, o chefe da Casa Branca expressou a preocupação com a escalada da situação, alertando que, caso as Forças Armadas iranianas cumprissem sua ameaça, os EUA considerariam atacar o país “com uma força nunca vista antes”.
A mensagem refletia uma postura de alerta e retórica forte.
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A Crise e a IRGC
A declaração da IRGC veio após a morte do aiatolá Ali Khamenei. O líder supremo do Irã, de 86 anos, ocupava o cargo desde 1989, exercendo funções de chefe de Estado, comandante-em-chefe das Forças Armadas e detendo a palavra final sobre decisões estratégicas do país.
Khamenei, nascido em 1939 na cidade de Mashhad, teve um papel central na Revolução Islâmica de 1979, tornando-se aliado próximo do aiatolá Ruhollah Khomeini.
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A Morte do Líder Supremo
A morte do aiatolá Ali Khamenei gerou instabilidade e preocupação. O grupo IRGC, listado pela UE (União Europeia) como uma organização terrorista desde janeiro deste ano devido à sua atuação nos protestos que ocorreram no país persa em dezembro e janeiro, é o braço das Forças Armadas do Irã submetido diretamente ao líder supremo.
A IRGC classifica as bases dos EUA no Oriente Médio como terroristas.
Ações e Reações
No início da madrugada de domingo no Brasil e manhã em Israel, mísseis foram disparados contra Tel Aviv, que foram abatidos pelo sistema de defesa israelense. A situação permanece tensa, com a possibilidade de escalada e retaliação.
