Trump alerta sobre “coisas ruins” em negociações com Irã e adverte sobre ameaças. Reunião com Steve Witkoff e Jared Kushner. Saiba mais!
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comentou nesta quinta-feira (19) sobre as recentes negociações com o Irã, expressando otimismo sobre o andamento das discussões, mas também alertando para as possíveis consequências caso um acordo significativo não seja alcançado.
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Em sua primeira reunião com o Conselho de Paz em Washington, Trump afirmou que, apesar da dificuldade histórica de chegar a acordos significativos com o Irã, é crucial que um acordo seja fechado. “Boas negociações estão acontecendo. Ao longo dos anos, provou-se que não é fácil chegar a um acordo significativo com o Irã.
Precisamos chegar a um acordo significativo, caso contrário, coisas ruins acontecerão”, declarou.
A reunião contou com a presença de figuras-chave como Steve Witkoff, enviado especial americano, Jared Kushner, genro de Trump, e do ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araqchi. A discussão se concentrou na necessidade de um acordo que, segundo Trump, “seja justo com todas as partes”.
Em outro momento da fala, Trump reiterou a ameaça contra o Irã, enfatizando a importância de o país se juntar aos Estados Unidos em um caminho que completaria as ações em curso. “Agora é a hora de o Irã se juntar a nós em um caminho que completará o que estamos fazendo.
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Se eles se juntarem, será bom; se não, ótimo também. Mas será um caminho muito diferente”, comentou. A insistência veio acompanhada da advertência de que o Irã não pode continuar ameaçando a estabilidade da região e precisa fazer um acordo, sob o risco de “coisas ruins acontecerem”.
O ministro Abbas Araghchi, por sua vez, ressaltou a prontidão das Forças Armadas do Irã para responder “imediata e poderosamente” a qualquer agressão contra o território, o espaço aéreo ou as águas iranianas. A posição iraniana refutou a ideia de negociar sob ameaça dos Estados Unidos, demonstrando uma postura firme diante das tensões.
A escalada da tensão entre Irã e Estados Unidos tem raízes em eventos recentes, incluindo a população iraniana se revoltou com a inflação desenfreada, tomando as ruas em manifestações contra o regime. Trump alertou repetidamente que “atacaria com força total” se as autoridades iranianas reprimissem violentamente as manifestações, afirmando que o país estava “pronto e armado”.
Durante os protestos, um bloqueio de internet foi imposto no país e segundo grupos de direitos humanos.
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