Trump acusa OTAN de covardia e expõe crise no Estreito de Ormuz!

Trump acusa OTAN de covardia e critica apoio à operação contra Irã!
A insatisfação do presidente Trump com a OTAN explode: “Sem os EUA, é um tigre de papel!”.
Críticas à falta de contribuição da OTAN e pressão para segurança no Estreito de Ormuz

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(Imagem de reprodução da internet).

Críticas da OTAN e Pressão para Abertura do Estreito de Ormuz

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), manifestou nesta sexta-feira (20.mar.2026) sua insatisfação com o apoio limitado da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) às operações conduzidas pelos Estados Unidos e Israel contra o Irã.

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Em uma publicação recente na rede social, Trump classificou seus aliados como “covardes”, expressando sua frustração com a falta de contribuição efetiva do bloco.

O republicano enfatizou que, na sua visão, “sem os EUA, a OTAN É UM TIGRE DE PAPEL!”. Ele também levantou questões sobre a postura dos aliados diante do conflito em curso e da escalada nos preços do petróleo, argumentando que a situação é resultado de uma ação militar que, segundo ele, não apresentou riscos significativos.

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Pressão Internacional e Cautela Europeia

Desde o início dos ataques conjuntos com Israel contra o Irã, em 28 de fevereiro, Washington tem exercido pressão sobre aliados e outros países para que contribuam com a segurança da navegação no estreito de Ormuz, controlado pelo regime iraniano.

A situação já causou um impacto considerável nos mercados globais, gerando instabilidade e preocupação.

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Apesar da pressão, líderes europeus têm demonstrado cautela. Alemanha, Reino Unido, França, Itália, Holanda, Japão e Canadá emitiram uma declaração na quinta-feira (19.mar), informando que pretendem cooperar para garantir a passagem segura na região, mas ressaltaram que qualquer ação dependerá do fim das hostilidades.

Condições para a Cooperação

A declaração europeia deixa claro que a cooperação está condicionada à cessação dos combates. A situação geopolítica complexa e a incerteza sobre o futuro do conflito são fatores que influenciam a postura dos líderes europeus. A busca por uma solução diplomática e o respeito ao direito internacional são prioridades para a União Europeia.

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