Trump acusa Maduro e Cilia Flores de narcoterrorismo após operação militar na Venezuela. EUA capturam presidente venezuelano e primeira-dama.
Em 3 de janeiro de 2026, a chefe do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, afirmou que o presidente da Venezuela, do partido PSUV (esquerda), e a primeira-dama, Cilia Flores, foram formalmente acusados. A autoridade indicou que “em breve, eles enfrentarão toda a força da Justiça americana em solo americano”.
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A declaração ocorreu após o presidente norte-americano informar que os EUA realizaram uma operação militar na Venezuela, capturando Maduro e Flores e removendo-os do país por via aérea.
As acusações que pesam sobre Maduro são: “conspiração de narcoterrorismo, conspiração para importação de cocaína, posse de metralhadoras e dispositivos destrutivos e conspiração para a posse de metralhadoras e dispositivos destrutivos contra os Estados Unidos”.
A operação foi elogiada por Trump, que agradeceu “a coragem de exigir a responsabilidade em nome do povo americano” e ao “nosso corajoso Exército, que conduziu a incrível e altamente bem-sucedida missão para capturar esses 2 supostos traficantes internacionais de drogas”.
O senador republicano Mike Lee (Utah) informou ter conversado com o secretário de Estado Marco Rubio, que confirmou que o ataque teve como objetivo levar Maduro à Justiça dos EUA. A operação militar envolveu ataques em Miranda, Aragua e La Guaira, estados venezuelanos.
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Não foram divulgados detalhes sobre vítimas civis ou a operação militar em si.
Presidentes latino-americanos, como Petro e Miguel Díaz-Canel, repudiaram a ação norte-americana. O argentino Javier Milei comemorou a ofensiva. A situação permanece em desenvolvimento.
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