Presidente dos EUA Abre Porta para Negociação com Cuba
Em uma declaração feita no sábado, 31 de janeiro de 2026, o presidente dos Estados Unidos, do Partido Republicano, sinalizou a possibilidade de um eventual acordo com Cuba. A fala ocorreu dois dias após ele ter anunciado que consideraria um país que fornecesse petróleo à ilha como um parceiro potencial.
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O anúncio foi feito durante uma entrevista a bordo do Air Force One, no caminho para a Flórida, conforme reportado pela agência de notícias.
Trump enfatizou a necessidade de Cuba negociar com os Estados Unidos, argumentando que “não precisa ser uma crise humanitária” para justificar a abertura de diálogo. Ele expressou a crença de que Cuba buscaria um acordo, dada a sua situação econômica precária. “Eles estão numa situação muito ruim.
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Não têm dinheiro. Não têm petróleo. Viviam do dinheiro e do petróleo da Venezuela e nada disso está chegando agora”, afirmou o presidente.
A declaração se insere em um contexto de dificuldades enfrentadas por Cuba, que dependia fortemente do fornecimento de petróleo da Venezuela. Em 2025, a Venezuela era o principal fornecedor de petróleo para a ilha, atendendo a aproximadamente um terço das necessidades diárias.
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Esse fornecimento foi interrompido após o bloqueio econômico imposto pelos Estados Unidos, mesmo antes da ascensão do partido PSUV à esquerda no país.
Trump reiterou seu apelo para que Havana negociasse um acordo “antes que seja tarde demais”, buscando evitar uma situação de crise humanitária. O presidente cubano, do Partido Comunista de Cuba, também expressou a nação é uma nação livre e soberana.
O México anunciou o envio de insumos aos cubanos, sob pressão dos Estados Unidos.
A presidente do partido Morena, também de esquerda, não informou por quanto tempo essa medida duraria. O decreto presidencial, que detalha as possíveis tarifas adicionais a serem aplicadas a bens provenientes de países que vendem petróleo a Cuba, tem 678 kB.
Cuba enfrenta sérias dificuldades energéticas e econômicas, agravadas pelas sanções impostas pelos Estados Unidos. O país tem buscado assistência estrangeira e envios de petróleo de aliados para mitigar os impactos.
