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Tribunal determina a liberdade de três policiais militares no caso Gritzbach
Dezessete policiais militares são acusados no caso, sendo 15 deles imputados por terem oferecido proteção privada a Vinícius e os demais diretamente env…
Por: redacao
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SP - DELATOR/PCC/EXECUÇÃO/OPERAÇÃO PRODOTES - GERAL - Coletiva de imprensa com o secretário da Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite (2ºe/d), e demais autoridades da secretaria sobre o assassinato do delator do PCC, Antonio Vinicius Lopes Gritzbach, na sede do Centro de Operações da Polícia Militar (Copom), no bairro da Luz, zona central da capital paulista, nesta quinta-feira, 16 de janeiro de 2025. Derrite afirmou nesta quinta-feira, 16, que o próximo passo da Força-Tarefa das polícias é descobrir quem mandou matar Antonio Vinicius Lopes Gritzbach. Nesta manhã, operação da Corregedoria prendeu um policial militar apontado como autor dos disparos que mataram Gritzbach, além de 14 policiais que atuavam ilegalmente na escolta do delator. O secretário afirmou que as investigações são sigilosas e que as identidades não serão reveladas. 16/01/2025 - Foto: RAUL LUCIANO/ATO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
Três policiais militares acusados de envolvimento na morte de Vinícius Gritzbach, um informante do PCC, foram soltos. O caso, que tramita desde maio, envolve um total de 18 policiais militares que foram formalmente indiciados.
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De 18 acusados, 15 são imputados por terem fornecido segurança à Gritzbach, e os três restantes foram diretamente envolvidos em seu assassinato. O processo tramita tanto na Justiça Militar quanto na Justiça Comum.
As acusações contra os policiais incluem organização criminosa e homicídio, sendo que a acusação de homicídio também se refere à morte do motorista de aplicativo, Celso Novais.
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Com informações de Danúbia Braga.
Reportagem gerada com o uso de inteligência artificial.