Tribunal condena Idirley Alves Pacheco por assassinato de Everton “Boi” em Cuiabá

Tribunal condena Idirley Alves Pacheco por assassinato de Everton “Boi” em Mato Grosso. Saiba os detalhes chocantes do crime em Cuiabá!

15/04/2026 18:27

3 min

Tribunal condena Idirley Alves Pacheco por assassinato de Everton “Boi” em Cuiabá
(Imagem de reprodução da internet).

Tribunal Condena Homem por Assassinato de Everton “Boi” em Mato Grosso

O Tribunal de Justiça do Mato Grosso determinou que Idirley Alves Pacheco, de 40 anos, cumpra pena de 22 anos de reclusão em regime fechado. A condenação se deu pelo assassinato do ex-jogador de vôlei, Everton Fagundes Pereira da Conceição, conhecido como Everton “Boi”.

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O trágico evento ocorreu em Cuiabá, capital do Mato Grosso, em julho de 2025. As autoridades apontaram que Idirley teria planejado o crime após não conseguir aceitar o término do relacionamento da ex-companheira com Everton.

Detalhes do Crime e Motivação Apontada

A investigação policial revelou que o réu apresentava um perfil possessivo e ciumento em relação à ex-companheira, que inclusive já havia registrado boletim de ocorrência e formalizado solicitações contra ele.

Além da longa pena de prisão, Idirley Alves Pacheco foi obrigado a pagar uma indenização mínima por danos morais no valor de 60 salários-mínimos à família do ex-atleta.

O Contexto do Assassinato

Everton Fagundes Pereira da Conceição, de 46 anos, foi assassinado em 11 de julho do ano passado, em Cuiabá. A vítima foi atingida por seis disparos, que atingiram regiões críticas como cabeça, pescoço e costas.

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As apurações indicaram que, pouco antes do crime, o ex-atleta teve um contato próximo com o investigado e a ex-mulher dele. Foi nesse período que ele iniciou um novo relacionamento amoroso com a ex-companheira do acusado.

Versão dos Fatos e Prisão do Suspeito

Três dias após o assassinato, o responsável pela morte de Everton foi detido. Durante o interrogatório, ele alegou que o crime foi premeditado, sustentando que se sentia vítima de uma suposta tentativa de extorsão por parte da ex-esposa e de Everton, o que não foi comprovado.

A polícia relatou que, para cometer o crime, o suspeito pediu ajuda a Everton para guardar um veículo, alegando que precisava fugir de uma suposta busca e apreensão. Contudo, durante o deslocamento, a vítima foi surpreendida com uma arma, e o veículo de Everton colidiu com outro.

A Dinâmica do Confronto e a Investigação Policial

Na batida, Everton, que estava no banco do motorista, foi baleado pelo acusado, que então empreendeu fuga. Após o ato, o suspeito descartou a arma utilizada e, em seguida, teria ligado para parentes da ex-esposa para proferir ameaças.

O investigado alegou que a arma era da vítima e que a teria tomado enquanto Everton dirigia. Ele justificou os disparos como uma reação ao acidente de trânsito. No entanto, a polícia concluiu que o autor portava arma de fogo habitualmente, diferentemente da vítima, da qual não foi encontrado nenhum elemento que indicasse porte de arma.

Conclusão Judicial

O autor do crime foi indiciado pelos crimes de assassinato e recurso que dificultou a defesa da vítima. O caso reforça a análise das circunstâncias que levaram à violência, conforme apurado pelo Tribunal de Justiça.

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