Transplante de Fígado com Doador Vivo: Chance de Vida em Crescimento no Brasil!

Transplante de fígado com doador vivo: esperança para pacientes! 🚀 Descubra como a doação entre parentes pode salvar vidas. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

Transplante de Fígado com Doador Vivo: Uma Alternativa em Crescimento

O transplante de fígado com doador vivo tem ganhado espaço como uma solução viável para a escassez de órgãos disponíveis. O procedimento permite que pessoas doem uma parte significativa do fígado, salvando a vida de seus familiares. Este método, considerado seguro, oferece uma alternativa importante para pacientes que necessitam urgentemente de um novo órgão.

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Segundo o Dr. Luiz Augusto Carneiro D’Albuquerque, professor titular de Transplantes de Fígado da Faculdade de Medicina da USP, é possível doar até 70% do fígado, dependendo da idade do doador e da quantidade necessária para o receptor. “O procedimento é realizado simultaneamente, com a retirada de parte do fígado de um doador, geralmente um parente até o quarto grau, para implante no paciente que necessita do órgão”, explica o especialista.

Observa-se uma tendência global, especialmente no Oriente, como Japão, China, Coreia e nações do Oriente Médio, onde a doação entre parentes é predominante. No Brasil, cerca de 15% dos transplantes de fígado são realizados com doadores vivos.

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O Dr. Carneiro ressalta que o Brasil possui a estrutura e os resultados necessários para aumentar o número de transplantes intervivos no país, otimizando ainda mais essa modalidade de tratamento.

O Timing é Crucial para o Sucesso do Transplante

Um fator fundamental para o sucesso do transplante é o momento ideal para a realização do procedimento. O professor da USP enfatiza que há uma fase em que os resultados são excelentes, próximos a 100% de sucesso, mas quando o transplante é realizado tardiamente, os resultados podem ser inferiores.

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“O timing adequado para a indicação e realização do transplante é considerado o ponto mais importante do processo, pois garante um desfecho melhor para o paciente, com pós-operatório mais favorável e alta hospitalar mais precoce”, conclui o especialista.

Conscientização e Doação de Órgãos

Apesar do potencial, o número de doadores no Brasil ainda está abaixo do ideal, em grande parte devido a questões culturais. Os profissionais de saúde reforçam a importância de aumentar a conscientização sobre a doação de órgãos.

“Para se tornar um doador, basta expressar esse desejo aos familiares e amigos. Assim o processo se torna mais simples e não envolve burocracia”, explica Kalil.

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