Tokenização e o Futuro do Sistema Financeiro: Debate Impactante no Brasil em 2026

“Estabilidade Financeira” atrai líderes do setor! Evento da ABBC em SP debate tokenização e futuro do sistema financeiro em 2026

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(Imagem de reprodução da internet).

Um evento promovido pela Associação Brasileira de Bancos (ABBC) em São Paulo, em 2026, reuniu líderes do setor financeiro e representantes do Banco Central do Brasil para discutir o impacto da tokenização no sistema financeiro. O encontro, intitulado “Estabilidade Financeira e Perspectivas para 2026 e 2027”, evidenciou o crescente interesse em explorar as possibilidades da tokenização como ferramenta para ampliar o acesso a serviços bancários e financeiros.

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Desafios e Oportunidades para o Setor

Leandro Vilain, CEO da ABBC, ressaltou que, apesar dos desafios complexos enfrentados pelo setor, a inovação continua sendo uma prioridade. Ele enfatizou a necessidade de um ambiente regulatório mais previsível, reconhecendo a importância da colaboração entre reguladores e o mercado financeiro.

A discussão central girou em torno da tokenização, novos meios de pagamento, open finance e inteligência artificial, temas considerados cruciais para o futuro do setor.

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O Papel do Banco Central na Regulação

Painéis de discussão abordaram o cenário macroeconômico e as prioridades regulatórias para os próximos anos. Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, destacou a importância de acompanhar a evolução dos ativos digitais, reconhecendo que eles criam novas formas de pagamento e crédito.

Junelu Vivan, diretor de Regulação do Banco Central, enfatizou que a tokenização representa um foco importante para a instituição, visando simplificar operações e reduzir a complexidade dos processos financeiros tradicionais.

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Inclusão Financeira e a Nova Era Digital

Representantes do Banco Central e da ABBC concordaram que o principal benefício da tokenização reside na democratização do acesso ao sistema financeiro, tornando operações mais simples e acessíveis para empresas e consumidores. A discussão ressaltou a necessidade de uma regulação que incentive a inovação, ao mesmo tempo em que garante a segurança e a estabilidade do sistema financeiro, promovendo a inclusão e o acesso responsável ao crédito.

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