Toffoli no Centro de Investigação: PF Cobra Suspeição e STF se Defende

Toffoli no centro de investigação! Nova acusação surge contra ministro do STF. Mensagens revelam envolvimento em transações com Vorcaro e Zettel. Saiba mais

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(Imagem de reprodução da internet).

Investigação Revela Envolvimento de Toffoli em Transações Financeiras

Um relatório da Polícia Federal, entregue ao Supremo Tribunal Federal, expõe umas das principais linhas de investigação envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro e seu cunhado, Fabiano Zettel. As mensagens trocadas entre os dois mencionam pagamentos à empresa Maridt, que também conta com o ministro Dias Toffoli como sócio.

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A informação foi inicialmente divulgada pela Folha de S.Paulo e confirmada pela Jovem Pan.

O foco das investigações se concentra na compra do Tayaya Resort, onde a Maridt detinha uma participação societária. Os detalhes revelam que Vorcaro e Zettel citavam o sobrenome Toffoli de forma explícita, referindo-se a dois irmãos do ministro que também eram sócios da empresa.

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A situação levanta questionamentos sobre possíveis conflitos de interesse envolvendo um dos membros do STF.

O gabinete do ministro Toffoli emitiu uma nota oficial confirmando sua participação na Maridt. A nota, baseada na Lei Orgânica da Magistratura, esclarece que, embora magistrados possam integrar empresas e receber dividendos, a gestão administrativa permanece vedada.

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A Maridt, que também possui a participação de dois irmãos do ministro, esteve integrada ao grupo Tayaya até o dia 21 de fevereiro de 2026.

Adicionalmente, a questão da ação referente à compra do banco Master pelo BRB, que foi distribuída para análise ao ministro Toffoli em 28 de novembro de 2025, é mencionada. A alegação é que, quando a Maridt não fazia mais parte do grupo Tayaya Ribeirão Claro, a situação se torna ainda mais complexa.

A Polícia Federal, ao analisar o celular de Daniel Vorcaro, identificou diversas menções ao ministro Toffoli, relator do inquérito sobre o Banco Master na Corte. Com base nisso, a PF solicitou ao presidente do STF a arguição de suspeição contra Toffoli, buscando declará-lo “suspeito” para atuar no processo.

No entanto, a solicitação é controversa, e o gabinete do ministro Toffoli classificou-a como “ilares”, argumentando que a PF não possui legitimidade para fazer a solicitação.

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