Câmara em Debate: Dificuldades na Execução de Mandados no Caso Master
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, tem enfrentado desafios para garantir a rápida execução das ordens da Polícia Federal relacionadas à investigação do caso envolvendo o Banco Master. A demora na concretização de algumas medidas tem gerado questionamentos sobre a coordenação entre os órgãos.
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Inicialmente, o ministro solicitou a prisão de um indivíduo na segunda-feira, 12 de janeiro de 2026. No entanto, a execução do mandado só ocorreu na quarta-feira seguinte. Essa diferença de tempo entre a ordem judicial e sua implementação tem sido um ponto de atenção.
Em seguida, Toffoli determinou que todos os materiais apreendidos na quarta-feira fossem imediatamente lacrados e colocados sob custódia no STF. A justificativa é evitar possíveis vazamentos e a dispersão dos dados coletados durante a investigação.
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O objetivo é assegurar a integridade das provas.
Apesar da determinação, até o final da tarde, os equipamentos eletrônicos ainda não haviam sido encaminhados ao gabinete do ministro. Uma nota oficial do Gabinete de Toffoli esclareceu que a custódia dos materiais exige que as autoridades responsáveis mantenham os aparelhos eletricamente carregados e desconectados das redes de comunicação, visando preservar o conteúdo e facilitar a perícia por parte da autoridade competente.
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A nota enfatiza que essa responsabilidade recai sobre os executores da ordem judicial proferida, reforçando a importância da colaboração entre os órgãos envolvidos na investigação.
