Pedido de Impeachment contra Toffoli ganha força! Novas revelações da PF chocam e intensificam pressão. Senadores NOVO acusam Toffoli de irregularidades. Saiba mais!
Senadores Eduardo Girão e Marcel Van Hattem, do partido NOVO, realizaram uma coletiva de imprensa nesta quinta-feira (12) para intensificar o movimento de pressão por um pedido de impeachment contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli.
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As declarações surgiram após novas revelações da Polícia Federal, que colocam em xeque a atuação do ministro no caso em andamento.
De acordo com o senador Eduardo Girão, as informações apresentadas pela PF são “revelações muito graves” que confirmam o pedido de suspeição já feito anteriormente. Girão ressaltou que a Procuradoria-Geral da República (PGR) não respondeu às suas demandas, indicando uma falta de ação em relação ao caso.
O senador também anunciou um novo pedido de suspeição, além do impeachment, demonstrando a crescente urgência do grupo NOVO em relação à permanência de Toffoli no STF. A situação se agrava com a solicitação de suspeição feita pela própria Polícia Federal, motivada pelos dados obtidos no celular de Daniel Vorcaro.
Apesar da insistência, o pedido só pode ser formalizado pelo Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, o que atrasa o processo. Marcel Van Hattem expressou a expectativa de que o presidente do Senado abra os processos de impeachment já em andamento, buscando acelerar a remoção de Toffoli do STF.
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Esta é a quarta vez que um pedido de impeachment é direcionado contra Toffoli no STF, e as três tentativas anteriores foram rejeitadas pela PGR. Atualmente, o pedido do senador Girão está em análise, intensificando a disputa judicial e política envolvendo o caso.
A Polícia Federal enviou na última segunda-feira (9) um relatório detalhado ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, com base na análise dos dados extraídos do celular de Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master. A investigação revelou diversas menções ao ministro Toffoli, que atua como relator do caso no STF.
Em resposta às revelações, o ministro Toffoli classificou o pedido de suspeição como “ilato”, argumentando que a corporação policial não possui legitimidade para realizar a solicitação. O caso continua sob análise, com o STF avaliando as evidências apresentadas pela PF e o argumento do ministro Toffoli.
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