Tifanny Abreu em polêmica: Pode ser vetada da semifinal da Copa Brasil!
Tifanny Abreu, 1ª atleta transgênero no voleibol, pode ser impedida de jogar na semifinal da Copa Brasil em Londrina! 😱 Vereadores pressionam prefeito e CBV age para garantir a participação da jogadora. Requerimento inconstitucional gera polêmica!
A atleta Tifanny Abreu, representando o Osasco São Cristóvão Saúde, pode ser impedida de participar da semifinal da Copa Brasil, que será disputada em Londrina, no Paraná. A situação surge devido a uma lei municipal de 2024, número 13.770, que restringe a participação de atletas cujo gênero não corresponda ao sexo biológico de nascimento em competições que utilizem instalações públicas ou recebam apoio financeiro da prefeitura.
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A medida levanta questões sobre a inclusão de atletas transgêneros no esporte.
Tifanny Abreu, a primeira mulher transgênero a competir no voleibol brasileiro, estava programada para entrar em quadra na sexta-feira (27 de fevereiro de 2026), às 18h30, contra o Sesc RJ Flamengo, em um jogo que acontecerá no Ginásio de Esportes Professor Darcy Cortez, conhecido como Moringão.
A controvérsia se intensificou com a pressão dos vereadores locais para que o prefeito aplicasse a legislação municipal.
A situação ganhou complexidade com a declaração da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), que confirmou o registro legal de Tifanny e a conformidade com os critérios de elegibilidade estabelecidos pela federação para atletas trans. A CBV informou que está tomando todas as medidas legais necessárias para garantir a participação da atleta na partida.
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O Poder360 buscou posicionamento do Osasco e de Tifanny, mas não obteve resposta até o momento da publicação desta reportagem. O texto será atualizado caso uma manifestação seja enviada.
Requerimento na Câmara Municipal
O pedido de revisão da lei, apresentado pela vereadora Jessicão (PP-PR), gerou debate na sessão desta quinta-feira (26 de fevereiro de 2026). A vereadora argumentou que o prefeito Tiago Amaral (PSD-PR) pode enfrentar acusações de improbidade administrativa caso não revogue a autorização do evento ou permita a presença da jogadora em campo.
Ela enfatizou que a lei municipal prevalece sobre as regulamentações da federação.
Em contrapartida, a vereadora (PT-PR) classificou a lei como inconstitucional e transfóbica, argumentando que a legislação mistura conceitos de orientação sexual e identidade de gênero. Ela ressaltou que negar a identidade de gênero de uma mulher trans, ao chamá-la de jogador ou homem, configura transfobia.
A vereadora (PT-PR) informou que seu partido entrará com uma ação judicial para obter uma liminar que suspenda os efeitos da lei.
Questionamentos à Prefeitura e Próximos Passos
O Poder360 também solicitou esclarecimentos à Prefeitura de Londrina, mas não obteve resposta até a publicação desta reportagem. O texto será atualizado caso uma manifestação seja enviada a este jornal digital. A disputa legal e política em torno da participação de Tifanny Abreu na Copa Brasil promete gerar discussões sobre direitos LGBTQIA+ e inclusão no esporte.
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