Testes Antidoping Aumentam Antes dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026
A Agência Internacional de Testes (ITA) anunciou nesta terça-feira que mais de 90% dos atletas que participarão dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026 foram testados ao menos uma vez para substâncias proibidas antes do evento. A informação foi divulgada em um relatório que detalha o programa antidoping que antecede o maior evento esportivo do inverno. A ITA, responsável pelos testes desde os Jogos de Tóquio 2020, está coordenando os controles durante os 16 dias de competições.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Mais de 7.100 Testes Realizados
De acordo com a agência, foram realizados um total de mais de 7.100 testes antidoping na fase pré-Jogos, abrangendo os seis meses que antecederam o evento. O foco principal da ITA foi em modalidades consideradas de maior risco, onde 91% dos atletas foram testados pelo menos uma vez, e 66% deles passaram por três ou mais testes antes dos Jogos.
Atletas de Alto Risco Sob Atenção
A ITA informou que dos 8% de atletas não testados, 28% pertencem a modalidades de alto risco. A agência planeja dar atenção especial a esses atletas durante os Jogos. A preocupação com o doping tem sido central nos últimos anos, levando o Comitê Olímpico Internacional a ampliar os testes antes dos eventos.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Modalidades de Alto Risco e Comitês Nacionais
As modalidades com maior percentual de testes foram salto de esqui, biatlo, luge, patinação de velocidade e short track. Entre os comitês olímpicos nacionais, China, Alemanha e Espanha apresentaram os maiores percentuais de testes realizados, com mais de 94% dos atletas submetidos aos controles. A reanálise de amostras com métodos mais recentes também tem sido uma prática comum, resultando na redistribuição de dezenas de medalhas em edições passadas, como Londres-2012 e Sochi-2014.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
