Tesouro Nacional Revela Superávit Surpreendente de R$ 86,9 Bilhões em 2026!

Superávit de R$ 86,9 bi! Tesouro Nacional divulga resultado surpreendente em janeiro de 2026. Saiba mais!

25/02/2026 9:02

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(Imagem de reprodução da internet).

Resultado do Tesouro Nacional Revela Superávit Primário de R$ 86,9 Bilhões em Janeiro de 2026

O governo central anunciou um superávit primário de R$ 86,9 bilhões em janeiro de 2026. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (25 de fevereiro de 2026) pelo Tesouro Nacional, como parte do Resultado do Tesouro Nacional (RTN). Os documentos completos, em formato PDF (585 kB e 880 kB), estão disponíveis para consulta.

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Análise do Resultado e Comparativo Histórico

Este resultado representa o quarto maior valor da série histórica, iniciada em 1997. No entanto, em termos reais, houve uma queda de 2,2% em relação ao mesmo período de 2025. O resultado primário consolida as contas do Tesouro Nacional, do Banco Central do Brasil (BCB) e da Previdência Social (RGPS).

O BCB também registrou um superávit de R$ 107,5 bilhões, enquanto a Previdência Social apresentou um déficit de R$ 20,6 bilhões.

Receitas e Despesas: Detalhes do Resultado

A receita líquida aumentou 1,2% em termos reais, com um acréscimo de R$ 3,3 bilhões. As receitas administradas pela Receita Federal subiram 3,7% em termos reais, impulsionadas principalmente pelo aumento do Imposto sobre a Renda, que somou R$ 3,9 bilhões.

O Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) também cresceu, R$ 2,7 bilhões, devido a alterações introduzidas pelo Decreto 12.499/2025. A arrecadação previdenciária teve um crescimento real de 6,9%, com um aumento de R$ 3,9 bilhões, influenciado pelo aumento da massa salarial e pela reoneração da folha de pagamento.

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Em contrapartida, as receitas não administradas diminuíram R$ 5,8 bilhões, em grande parte devido à queda nos preços do petróleo no mercado internacional e à valorização do dólar. As despesas totais aumentaram 2,9% em termos reais, com um incremento de R$ 5,3 bilhões.

A maior parte desse aumento foi concentrada em benefícios previdenciários (R$ 4,0 bilhões) e gastos com pessoal (R$ 3,3 bilhões). Houve uma redução de R$ 1,9 bilhão nas despesas obrigatórias relacionadas ao controle de fluxo, e o programa Bolsa Família teve uma diminuição de R$ 1,3 bilhão.

Além disso, os gastos com seguro-desemprego reduziram R$ 1,5 bilhão, devido à programação de pagamentos do seguro-defeso para o mês de fevereiro.

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