Tesouro Nacional Realiza Emissão Recorde no Mercado Internacional
Nesta segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026, o Tesouro Nacional anunciou a captação de US$ 4,5 bilhões no mercado externo, um feito notável que marca a primeira emissão do Brasil no exterior do ano. A operação foi composta por dois títulos distintos, impulsionando a diversificação da dívida pública.
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O Global 2036, com um montante de US$ 3,5 bilhões, oferecia uma taxa de retorno de 6,4% ao ano e vence em 22 de maio de 2036. Paralelamente, a reabertura do Global 2056 ampliou o volume da emissão original em US$ 1 bilhão, apresentando uma taxa de retorno de 7,3% ao ano e um vencimento em 12 de janeiro de 2056.
Detalhes da Emissão e Participação dos Investidores
A demanda pela emissão foi excepcionalmente alta, atingindo aproximadamente US$ 12 bilhões no pico, ou seja, 2,7 vezes o volume emitido inicialmente. Essa performance demonstra a confiança dos investidores na solidez e atratividade da dívida brasileira.
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O Tesouro Nacional destacou a significativa participação de investidores não residentes, com cerca de 90% provenientes da Europa e da América do Norte, e aproximadamente 9% da América Latina. A operação foi liderada pelos bancos HSBC, JP Morgan, Santander e Sumitomo, com a liquidação financeira programada para 19 de fevereiro de 2026.
Objetivos da Emissão e Avaliação do Tesouro
O objetivo principal da emissão é o alongamento do prazo médio da dívida pública, além de diversificar a base de investidores. Segundo o Tesouro Nacional, os resultados, caracterizados por alta demanda, alto volume e spreads baixos, evidenciam a confiança dos investidores na robustez e atratividade da dívida soberana brasileira, refletindo a percepção favorável do mercado internacional quanto à credibilidade do país.
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A instituição enfatizou que a operação representa um marco importante para a gestão da dívida pública, contribuindo para a estabilidade financeira do país.
