Tesouro dos EUA revela queda de US$ 109 bi em arrecadação em 2026

Tesouro divulga dados de 2026: déficit sobe 67% e arrecadação bate recorde. Análise de receitas e desafios futuros revelados.

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(Imagem de reprodução da internet).

O Tesouro dos Estados Unidos divulgou dados referentes ao quarto trimestre de 2026, revelando uma redução de US$ 109 bilhões, ou 15%, em comparação com o mesmo período de 2025. Essa diminuição na arrecadação foi impulsionada principalmente pelo aumento de impostos, incluindo aqueles cobrados pelo governo, e pela recuperação de impostos atrasados.

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O total de receitas para o período alcançou US$ 1,225 trilhão, representando um crescimento de 13% em relação a 2024, estabelecendo um novo recorde para o período.

Análise das Receitas em Dezembro de 2026

As receitas alfandegárias líquidas de dezembro de 2026 totalizaram US$ 27,9 bilhões, um valor abaixo das projeções anteriores. Apesar disso, as receitas representaram um aumento significativo em relação a dezembro de 2024, que registrou US$ 6,8 bilhões.

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Essa variação reflete a dinâmica do mercado e a arrecadação de impostos.

Aumento do Déficit e Despesas Recordes

Em dezembro de 2026, o governo norte-americano adicionou US$ 145 bilhões ao déficit, um aumento de 67% em comparação com o mesmo mês de 2025. Esse crescimento foi atribuído a despesas inflacionadas decorrentes de mudanças no calendário de pagamentos de benefícios.

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Os dados indicam um elevado nível de endividamento do país para financiar suas operações.

Projeções e Desafios Futuros

As projeções indicam que os EUA podem alcançar um déficit próximo a US$ 2 trilhões até o final do ano fiscal atual. O documento não detalha os setores do governo que contribuíram mais para o déficit, nem apresenta medidas específicas para reduzir o endividamento nos próximos meses.

No entanto, os gastos militares em dezembro atingiram US$ 98 bilhões, um aumento de 25% em relação ao ano anterior, devido à retomada de pagamentos atrasados.

Os gastos para os primeiros três meses do ano fiscal de 2026 também foram recordes, alcançando US$ 1,827 trilhão, um aumento de 2% em relação ao mesmo período de 2025. O presidente do CRFB (Comitê para um Orçamento Federal Responsável) alertou para a alta demanda por empréstimos, com US$ 602 bilhões já captados neste ano fiscal, incluindo US$ 145 bilhões adicionados em dezembro.

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