Tenente-Coronel Rosa Neto: Banho e Contradições no Caso de Feminicídio Chocante!
Tenente-coronel mente? Arma encostada na cabeça de Gisele Santana! Investigação aponta para feminicídio e fraude. Saiba mais!
Na manhã da última quarta-feira, 18, o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto se encontrava sob interrogatório policial após a morte de sua esposa, a soldado Gisele Santana. Em suas declarações, o militar relatou ter tomado um banho após o ocorrido, justificando a ação como uma necessidade de “abaixar a pressão”, devido a um mal-estar que sentia.
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De acordo com o registro do interrogatório, ao qual a CNN Brasil teve acesso, o tenente-coronel argumentou que a água quente seria ideal para controlar sua pressão arterial, que ele afirmava estar elevada. Essa atitude, no entanto, gerou discordância dos agentes presentes, que o aconselharam a vestir uma camiseta e seguir diretamente para o distrito policial.
Durante o depoimento, o tenente-coronel insistiu em tomar banho, alegando que a situação era “a situação mais estressante de toda sua vida”. Ele explicou que a medida era necessária para baixar a pressão, uma vez que a vasodilatação causada pela água quente ajudaria a regular o batimento cardíaco.
Além disso, ele mencionou a necessidade de se vestir, antecipando uma possível ida ao plantão de polícia judiciária militar e uma possível avaliação no Hospital das Clínicas (HC).
Inicialmente, o caso foi tratado como suicídio, mas a investigação evoluiu para um inquérito de feminicídio qualificado e fraude processual. A mudança de rumo ocorreu após a análise de laudos periciais, depoimentos e evidências coletadas em dispositivos eletrônicos.
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Evidências apontam para contradições nas declarações do tenente-coronel, indícios de manipulação da cena do crime e sinais claros de violência antes do disparo.
As investigações revelaram que o disparo foi feito com a arma encostada na cabeça da vítima, em trajetória incompatível com um tiro autoinfligido. Peritos encontraram lesões no rosto e no pescoço, incluindo marcas de dedos e arranhões, indicando que Gisele foi imobilizada antes de ser morta.
Hematomas na região dos olhos também foram identificados, sugerindo agressões anteriores ou simultâneas ao disparo.
O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos, marido de Gisele, está preso preventivamente no Presídio Militar Romão Gomes desde 18 de março. Ele é acusado de feminicídio e fraude processual. O caso da soldado Gisele Alves Santana, de 32 anos, ocorrido na região central de São Paulo, em 18 de fevereiro, continua sob investigação.
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