Tenente-Coronel Acusa Feminicídio: Ciúmes, Ameaças e Tragédia em SP!

Tenente-coronel acusado de feminicídio! Em 2026, Geraldo Leite Rosa Neto é preso após crime chocante. Ciúmes e ameaças marcaram o caso com Gisele Alves Santana. Saiba mais!

19/03/2026 13:39

2 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Ameaças e Ciúmes no Caso de Feminicídio

O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto foi preso em 2026 após ser acusado de estar envolvido no feminicídio de sua esposa, a policial militar Gisele Alves Santana. O caso, que ocorreu em 6 de fevereiro de 2025, revelou uma dinâmica complexa de ciúmes, controle e ameaças, conforme investigado pela Polícia Civil de São Paulo.

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A investigação inicial apontou que o tenente-coronel havia utilizado o acesso que possuía às redes sociais da esposa para enviar mensagens ameaçadoras e controlar seu comportamento.

Mensagens de Controle e “Regras de Casados”

As mensagens trocadas entre Geraldo e Gisele revelaram um padrão de controle e imposição de “regras de casados”. Em uma das mensagens, enviada no dia 13 de fevereiro de 2025, o tenente-coronel escreveu para a esposa: “Boa tarde. Eu sou marido da Gisele.

Eu tenho acesso às redes sociais dela e ela nas minhas redes sociais. Eu que printei as conversas sua com ela. Acho que vc (sic) está com muita conversa com a minha esposa. Então meu amigo, se orienta blz!”.

A Despedida e o Desejo de Divórcio

Em meio a essa atmosfera de controle, Gisele expressava claramente seu desejo de encerrar o casamento. Mensagens enviadas nos dias anteriores ao crime revelavam que a policial militar se sentia “praticamente solteira” e solicitava formalmente o divórcio.

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Ela escreveu: “quero o divórcio”, além de solicitar o envio de documentos para formalizar a separação e afirmar: “Se considere divorciado”.

A Tragédia e a Acusação de Feminicídio

O crime ocorreu em 6 de fevereiro de 2025, quando Geraldo abordou Gisele no interior da residência, pegando-a de surpresa. Segundo o Ministério Público, o tenente-coronel segurou a vítima pela cabeça e, em um momento de discussão, atirou contra o lado direito do crânio da policial militar Gisele Alves Santana.

A acusação também apontou que houve demora no acionamento do socorro, com o policial só chamando ajuda cerca de meia hora após o disparo.

Defesa do Tenente-Coronel

O escritório de advocacia MALAVASI SOCIEDADE DE ADVOGADOS, contratado para assistir o tenente-coronel GERALDO LEITE ROSA NETO no acompanhamento das investigações relativas ao suicídio de sua esposa, vem a público prestar esclarecimentos. Ante o recente decreto dúplice de prisão do tenente-coronel pelos mesmos fatos tanto perante a Justiça Militar quanto pela Justiça Comum, a defesa encontra-se estarrecida pela manutenção da competência de ambas as jurisdições.

Informa que sabedor dos pedidos de prisão em seu desfavor desde a data do dia 17/3 não só não se ocultou, como forneceu espontaneamente comprovante de endereço perante a Justiça, local onde foi cumprido o mandado de prisão, ato ao qual, embora manifestamente ilegal, pois proferido por autoridade incompetente, não se opôs, tendo mantido a postura adotada desde o início das apurações de colaboração com as autoridades competentes.

Informa, por fim, que já ajuizou Reclamação perante o STJ contra o decreto oriundo da Justiça castrense e que estuda o manejo de habeas corpus quanto à decisão da 5.ª Vara do Júri da Capital.

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