Tenente-Coronel Acusa de Assassinato e Segredo Revelador na Morte de Colega!
Tenente-coronel acusado de crime hediondo! Policial Militar, Gisele Alves, morre após suposto assédio e tiro revelador. Saiba mais!
Policial Militar Acusada de Assédio e Morte da Colega de Trabalho
O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto e a soldado Gisele Alves Santana se envolvem em um caso complexo que mistura acusações de assédio sexual e a morte da própria colega de trabalho. A situação ganhou contornos ainda mais sombrios com a confirmação da morte de Gisele, ocorrida em 18 de fevereiro, no bairro do Brás, em São Paulo.
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Denúncia e Medo de Retaliação
Segundo o advogado da família de Gisele, José Miguel da Silva Júnior, a policial militar formalizou uma denúncia contra o tenente-coronel Neto no Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP), solicitando sigilo por conta do temor de sofrer retaliações.
A denúncia relata que Neto tentou beijá-la, mas Gisele rejeitou o gesto. Após a recusa, a policial militar afirma ter sido perseguida e, posteriormente, transferida para um batalhão distante de sua residência, o que, segundo o advogado, causou prejuízos significativos.
Circunstâncias da Morte
O caso se agrava com a descoberta de que a morte de Gisele foi causada por um disparo de arma de fogo. Um relatório da Polícia Civil, divulgado pelo Estadão, revela que Neto imobilizou a vítima por trás, segurou sua mandíbula e, com a mão direita, efetuou um tiro na têmpora.
A vítima estava sentada ao lado do sofá quando foi baleada. Após o ocorrido, o corpo foi colocado no meio da sala e o tenente-coronel acionou o coronel Bueno, seu superior hierárquico, antes de acionar a polícia.
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Investigações e Declarações
A polícia foi acionada por volta das 7h57. Quando os policiais chegaram ao local, Gisele já estava sendo socorrida por uma equipe de resgate. A vítima foi encaminhada ao Hospital das Clínicas, onde, infelizmente, faleceu às 12h04. O tenente-coronel Neto alegou que estava no banheiro quando ouviu um barulho e, ao sair, encontrou Gisele caída no chão, com a arma dele na mão, alegando que ela se matou após ele pedir o divórcio.
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