Tenente-Coronel Acusa Crime e Revela Detalhes Chocantes da Morte de Esposa em SP

Geleia choque em SP: Tenente-coronel nega envolvimento na morte da esposa, Gisele Alves Santana. Detalhes chocantes revelados!

20/03/2026 14:59

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(Imagem de reprodução da internet).

O tenente-coronel da Polícia Militar, Geraldo Leite Rosa Neto, negou veementemente qualquer envolvimento na morte de sua esposa, a soldado Gisele Alves Santana, ocorrida no dia 18 de fevereiro. O trágico evento se desenrolou em seu apartamento no bairro do Brás, região central de São Paulo.

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Segundo o oficial, o casal iniciou seu relacionamento em 2023, após se conhecerem em 2021, e oficializou a união em 2024. Ele descreve-se como um “macho alfa provedor”, enfatizando a responsabilidade financeira e a submissão dentro do relacionamento.

Geraldo afirma que arcava com todas as despesas da casa, incluindo aluguel, condomínio e contas mensais, além de contribuir com os custos da filha de 7 anos de Gisele, que ele considera sua filha. Ele relata uma série de conflitos que antecederam a morte, incluindo discussões acaloradas e divergências no relacionamento.

Em 13 de fevereiro, ele relata ter encontrado Gisele decidida a se separar, e nos dias seguintes, novas discussões surgiram, motivadas por ciúmes e desentendimentos.

Apesar das inconsistências levantadas pela investigação, Geraldo detalha sua versão dos fatos. Ele alega que, ao acordar por volta das 7h10 da manhã do dia 18 de fevereiro, após orar, decidiu formalizar a separação. Segundo ele, ao comunicar a decisão, Gisele teria se exaltado, empurrado para fora do quarto e fechado a porta.

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Ele então se dirigiu ao banheiro para tomar um banho e, cerca de um minuto depois, ouviu um barulho forte. Ao sair, encontrou Gisele caída na sala, com uma arma na mão e uma poça de sangue.

Diante das suspeitas, Geraldo apresentou explicações para os pontos considerados contraditórios. Ele justificou a falta de socorro, alegando que, por conhecimento técnico, percebeu que o ferimento era irreversível e evitou tocar no corpo para não alterar a cena.

Também contestou o horário indicado por testemunhas, sugerindo possível erro na percepção da vizinha que relatou ter ouvido o disparo antes. Além disso, ele disse ter ligado para um amigo pessoal, o desembargador Marco Antônio Cogan, e não por influência no caso.

A investigação revelou que o Ministério Público aponta que, durante uma discussão, o tenente-coronel teria segurado a vítima pela cabeça, imobilizando-a e, em seguida, atirou contra o lado direito do crânio de Gisele Alves Santana. O MP também sustenta que houve demora no acionamento do socorro, com o policial chamando ajuda cerca de meia hora após o disparo, período em que teria alterado o local dos fatos.

A defesa do tenente-coronel busca esclarecer as inconsistências, apresentando detalhes sobre o banho que tomou após o ocorrido, a marca no pescoço de Gisele, as ameaças que ele teria feito em vídeo, e a limpeza do apartamento, que ele diz ter sido determinada por superiores.

A equipe jurídica do oficial busca proteger sua honra e dignidade, diante das informações que circulam e da construção de narrativas sobre o caso.

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