Temer ataca “ilusionismo” na Esplanada e critica legado de Lula e Dilma

Temer ataca “ilusionismo” na Esplanada após homenagem a Lula. Ex-presidente critica irresponsabilidade fiscal e nega conquistas. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

Temer Critica “Ilusionismo” na Esplanada dos Ministérios Após Homenagem a Lula no Carnaval

O ex-presidente da República (MDB), Michel Temer, manifestou sua insatisfação com o que descreveu como “ilusionismo” na Esplanada dos Ministérios, comentando a repercussão do desfile carnavalesco da escola de samba Acadêmicos de Niterói. A escola homenageou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o enredo “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”, que foi assistido por Lula no camarote da Prefeitura do Rio.

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Um dos carros alegóricos da escola de samba retratava a posse de Dilma Rousseff, seguida pela imagem de um boneco representando Michel Temer tomando a faixa presidencial. O PT interpreta o processo que levou à saída de Dilma Rousseff como um golpe.

Críticas à Política Econômica e Reafirmação de Conquistas

Temer argumentou que a sátira política faz parte da tradição do carnaval e não julga as escolhas temáticas da avenida, considerando o samba um espaço de criatividade e fantasia. No entanto, ele direcionou sua crítica para o cenário econômico e fiscal, apontando para o que considera irresponsabilidade fiscal, juros altos e o endividamento público crescente.

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“O problema é quando adotam o ilusionismo na Esplanada, promovendo a irresponsabilidade fiscal, juros altos e o endividamento público crescente –e negando conquistas, como as reformas trabalhista, do ensino médio e da previdência”, declarou.

Ele também expressou sua visão sobre a situação política atual, criticando o que ele percebe como um retorno a um período anterior, comparando a situação com o seu governo.

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Contexto Político e Presença Continuada

O processo que culminou na saída de Dilma Rousseff foi aprovado pelo Congresso Nacional e validado pelo Supremo Tribunal Federal em 2016. Michel Temer assumiu a presidência em agosto de 2016 e governou até 2018. Apesar de não ter se candidatado a nenhum cargo eletivo desde então, Temer continua ativo nos meios políticos, atuando como conselheiro de autoridades do Executivo, Legislativo e Judiciário.

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