Telegram Denega Acesso a Mensagens de Soldados Russos na Ucrânia em Escândalo!

Telegram se difende! A empresa nega acesso a mensagens de soldados russos na Ucrânia. Crise aumenta com acusações do governo Shadayev. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

Telegram Nega Acesso a Mensagens de Soldados Russos

Em meio a crescentes tensões, o Telegram negou formalmente nesta quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026, as alegações do governo russo de que serviços de inteligência estrangeiros teriam acesso às mensagens enviadas por soldados russos em serviço na Ucrânia.

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A empresa, em comunicado, afirmou não ter detectado quaisquer falhas em seu sistema de criptografia, conforme reportado pela agência de notícias.

O ministro do Desenvolvimento Digital, Maksud Shadayev, havia levantado a preocupação na quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026, indicando que as comunicações de tropas atuando na Ucrânia poderiam estar expostas a vigilância. Essas declarações intensificaram o debate sobre a segurança de plataformas de comunicação estrangeiras no país.

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O regulador de comunicações russo informou que as alegações surgiram devido a supostos descumprimentos de regras relacionadas à remoção de conteúdo considerado extremista. A situação reflete um padrão de controle mais rigoroso sobre plataformas de comunicação estrangeiras, uma medida que tem gerado preocupação entre usuários e especialistas em tecnologia.

O Telegram, uma das principais plataformas de comunicação, tanto para uso pessoal quanto profissional, é amplamente utilizado por soldados, correspondentes de guerra e políticos para manter contato com familiares e, em alguns casos, para fins operacionais.

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A empresa ressaltou que as acusações são uma tentativa de justificar restrições ao aplicativo e promover o uso de uma plataforma de comunicação apoiada pelo governo.

A Rússia já implementou medidas semelhantes contra outros serviços, como o WhatsApp da Meta e o FaceTime da Apple, demonstrando uma postura mais assertiva no controle de plataformas de comunicação estrangeiras. A situação continua sendo acompanhada de perto pela comunidade internacional, com foco na proteção da liberdade de expressão e na segurança de dados.

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