Moradora de Tel Aviv Relata Alerta e Tensão Crescente
Michelle Goldenfeld, residente a apenas 20 minutos de Tel Aviv, descreveu os momentos de apreensão vividos nesta manhã. Em entrevista ao Jornal da Manhã, da Jovem Pan News, ela detalhou como as sirenes de alerta aéreo começaram a soar às 8h15 (aproximadamente 3h em Brasília).
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Segundo ela, a crescente tensão já persistia por vários dias. “Sentimos essa tensão escalando gradualmente. A vida seguia normalmente, mas recebíamos mensagens de alerta pela televisão”, relatou Michelle.
Refúgio e Familiaridade com o Perigo
Ao ouvir as sirenes, Michelle e sua família correram imediatamente para o quarto antibombas da residência, onde permaneceram. “Já faz algum tempo que estamos nesse quarto sem possibilidade de sair”, explicou. Ela mencionou que, após quase três anos de conflitos recorrentes, a situação se tornou relativamente familiar, diminuindo o pânico. “É triste falar, mas, nos últimos anos, quase nos acostumamos com essa situação, o que não nos leva a entrar em pânico”, disse.
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Reações e Impacto Local
A situação gerou uma corrida aos supermercados, com as autoridades israelenses reforçando as orientações de buscar abrigo imediato em caso de sirene. Michelle informou que, até o momento, todos os mísseis foram interceptados ou caíram em áreas abertas, sem relatos de feridos.
Ela também recebeu alertas sobre um ataque em uma casa no norte do país, possivelmente devido a destroços. Com o país em estado de guerra, apenas serviços essenciais operavam.
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Esperança e Reação Internacional
Michelle encerrou a entrevista com esperança: “Esperamos que a situação se resolva rapidamente e que as coisas terminem bem para nós, para o mundo e para o povo iraniano, que possa se libertar desse regime e ser um povo livre”. A situação foi agravada por ataques entre EUA e Irã, com foco em locais militares iranianos.
A Guarda Revolucionária do Irã respondeu com ataques à Quinta Frota dos EUA no Bahrein.
Conflito em Escala: Ataques e Reações Globais
A situação se intensificou com explosões relatadas em diversas regiões do Golfo, incluindo Riade, Manama e Doha. Os Emirados Árabes Unidos confirmaram a interceptação de mísseulos iranianos, reservando-se o direito de responder. A Guarda Revolucionária do Irã declarou que responderia “decisivamente” aos ataques, insistindo que Teerã fez “tudo o que era necessário para evitar que a guerra eclodisse”.
