TCU investiga crise do Banco Master! Revelações chocantes sobre fraudes bilionárias e atuação do Banco Central. Daniel Vorcaro depõe! Saiba mais.
O Tribunal de Contas da União (TCU) concluiu, nesta sexta-feira (6 de fevereiro de 2026), o relatório técnico referente à análise dos documentos relacionados à crise do Banco Master. A informação foi inicialmente divulgada pelo blog da jornalista Ana Flor, e confirmada pelo Poder360.
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Nas próximas semanas, o relatório final deverá ser entregue ao órgão.
O objetivo da inspeção conduzida pelo TCU foi determinar se alertas de risco foram emitidos antes da crise que afetou o Banco Master. Além disso, a análise se concentrou na velocidade da resposta do Banco Central (BC) e na avaliação das alternativas de apoio financeiro propostas por investidores privados.
A equipe de auditoria também buscou verificar a coerência e rastreabilidade do processo decisório que levou à situação.
Em 18 de novembro de 2025, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial e a implementação do Regime de Administração Especial Temporária (Raet) do Banco Master. A decisão ocorreu um dia após o Grupo Fictor e investidores dos Emirados Árabes Unidos anunciarem a intenção de adquirir a instituição, uma operação que ainda dependia da aprovação regulatória.
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Paralelamente, a Polícia Federal deflagrou a operação Compliance Zero, que resultou na prisão do fundador do banco, Daniel Vorcaro.
As investigações indicam que o Banco Master estaria envolvido em emissão de títulos falsos, fraudes bilionárias e uso de fundos de investimento para mascarar prejuízos. Houve também tentativas frustradas de socorro financeiro, como uma proposta de compra de participação pelo Banco Regional de Brasília (BRB), que foi bloqueada pelo BC.
O Ministério Público Federal (MPF) alega que o banco vendia títulos de alto rendimento para financiar fundos dos quais era o único cotista, o que inflacionava artificialmente os resultados.
Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, prestou depoimento à Polícia Federal no dia 30 de dezembro, em um interrogatório conduzido pela delegada Janaína Palazzo, com a cobertura do Poder360. O depoimento ocorreu no âmbito do Supremo Tribunal Federal (STF), sob a relatoria do ministro Dias Toffoli, que decidirá se o caso permanece na Corte ou segue para análise em instâncias inferiores.
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