TCU Defende Autonomia do Banco Central Contra Críticas do PT em 2026

TCU defende autonomia do Banco Central após críticas do PT! Presidente da autarquia denuncia “absurdo” de interferências e cobra respeito à independência do Banco Central. Leia mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

O presidente do Tribunal de Contas da União (TCU) manifestou nesta terça-feira, 10 de fevereiro de 2026, durante um evento da BTG Pactual em São Paulo, seu firme apoio à autonomia do Banco Central. Ele classificou como um “absurdo” qualquer tentativa de diminuir a independência da autarquia, enfatizando que o Banco Central precisa dessa autonomia para não depender de intervenções governamentais.

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Precedentes e Análise do Caso Master

O ministro destacou que análises equivocadas sobre a possibilidade do TCU interferir nas decisões do Banco Central, como no caso da liquidação do Banco Master, abriram espaço para ideias questionáveis sobre a intervenção na autarquia. Ele ressaltou que o caso Master sempre foi responsabilidade do Banco Central, e o TCU só age em um segundo momento, analisando se a atitude de liquidação obedeceu às normas do diretor administrativo.

A Corte se concentrará em verificar se houve erro ou dano, e se alguém será responsabilizado, mas não em mudar a decisão do Banco Central.

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Contexto Político e Discurso do Partido PT

O pronunciamento do presidente do TCU ocorreu em um momento de forte carga política, com o diretório nacional do Partido dos Trabalhadores (PT) apresentando uma resolução política com críticas à autonomia do Banco Central e com a defesa da redução da taxa básica de juros e da revisão da meta de inflação.

O documento, considerado importante para a campanha à reeleição do presidente do PT, também exalta as políticas sociais desenvolvidas pela atual gestão petista, como a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5.000 por mês e o reajuste do salário mínimo.

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Selic e Pressões sobre o Banco Central

O texto aponta que a taxa básica de juros, a Selic, está em 15% e o presidente do Banco Central, indicado por Lula, tem sido pressionado a abaixar o percentual. Em 3 de fevereiro, a autoridade monetária anunciou um corte na taxa básica de juros em março, mas não especificou a magnitude da redução e a duração do ciclo de flexibilização.

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