Tarcísio de Freitas rejeita candidatura à Presidência, mesmo com proposta de Bolsonaro. Governador reafirma apoio a Flávio Bolsonaro em entrevista à Jovem Pan.
Em entrevista à Jovem Pan de Sorocaba, o governador Tarcísio de Freitas esclareceu que não aceitará uma possível candidatura à Presidência da República, mesmo que o ex-presidente Jair Bolsonaro a proponesse. O governador afirmou de forma direta: “Eu diria não”, justificando sua decisão com base em uma “linha de coerência” com seu trabalho como chefe do Executivo paulista.
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Essa postura demonstra o compromisso de Tarcísio com sua função atual.
O assunto já foi discutido pessoalmente com Jair Bolsonaro em uma ocasião anterior, durante uma visita realizada antes da transferência do ex-presidente para o regime fechado. Em ambas as conversas, Tarcísio reiterou sua intenção de permanecer à frente do estado de São Paulo.
Ele enfatizou a clareza de sua posição em relação a essa questão.
O governador expressou sentir-se “tranquilo” com sua decisão e com a confiança que recebeu dos eleitores paulistas. Ele também mencionou sua crença religiosa como um guia para suas decisões, destacando a importância da fé e da confiança na vontade divina.
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Essa perspectiva influencia sua tomada de decisões.
Tarcísio já declarou que “meu candidato é Flávio Bolsonaro”, reiterando seu apoio ao senador. Ele enfatizou o respeito e a lealdade ao ex-presidente, e que o apoio ao filho de Jair Bolsonaro é sua principal orientação. Essa declaração foi feita em 2023 e permanece sua posição atual.
O governador esclareceu que o cancelamento de sua visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro na Penitenciária Federal da Papuda, em Brasília, se deve a questões de agenda. A data da visita foi definida pelo tribunal, mas imprevistos podem ocorrer. Tarcísio solicitou imediatamente uma nova data, demonstrando organização e respeito aos protocolos.
O cancelamento da visita gerou interpretações sobre um possível “recado” à família Bolsonaro. A agenda do governador estava vazia na data da visita, o que foi visto como um sinal de desconforto com a pressão para apoiar publicamente o senador Flávio Bolsonaro.
A equipe do governador avaliou que declarações recentes do senador, mencionando o pedido de apoio mais explícito, foram interpretadas como pressões.
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